Minha intuição é realmente algo SENSACIONAL. Até eu me surpreendo.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sorte e fé -- ou seria aquela tal de resiliência?
Outro dia, pedi uma chinesa -- péssima, por sinal, um chop suey com gosto de sabão da China in Box. Mas o doce da refeição estava guardado dentro de um daqueles biscoitinhos da sorte. Dizia assim, e eu aguardei o papelzinho, está sempre aqui na minha frente:
"Os seus talentos serão reconhecidos e recompensados à altura".
Se ali, dentro do biscoito, estivessem números da sorte, e se esses mesmos números tivessem sido sorteados na loteria do dia seguinte e eu tivesse jogado, eu não teria me sentido tão afortunada. Uma coisa boba e ao final de uma refeição com gosto de sabão, ainda por cima, mas era exatamente o que eu precisava.
"Os seus talentos serão reconhecidos e recompensados à altura".
E, agora, isso virou, pra mim, um tipo de mantra. Mas eu adicionei uma pitada pessoal, um melhoramento que se adapta à vibe mental que eu preciso manter.
E, aí, quando eu penso em desistir -- e eu penso toda semana --, eu me lembro do biscoitinho da sorte e do meu melhoramento pessoal.
Ele diz assim: "Deus me recompensa por todos os sacrifícios cada vez que eu supero uma das minhas limitações".
É claro que estou falando de trabalho. Mas o papo aqui é muito sério. Por incrível que pareça, e por tudo que eu tenho vivido nos últimos três meses, é muito possível que eu esteja aprendendo só agora, através desse novo trabalho, que eu tanto amo odiar, o que me faltava para eu conseguir concretizar objetivos pessoais. Entre eles, como vocês bem sabem, o de conquistar (e manter) a tão sonhada leveza com saúde.
É o cúmulo da ironia que você acabe aprendendo coisas tão valiosas justamente no lugar onde você menos desejaria estar.
Da próxima vez em que você estiver em qualquer lugar indesejável e louca de vontade de ir embora sem poder, pense que ali pode estar algo muito precioso, que você busca há muito tempo.
"Deus me recompensa por todos os sacrifícios cada vez que eu supero uma das minhas limitações".
É isso o que eu tenho feito diariamente. Me sinto quase que refém de um desafio diário, de domingo a domingo. Mas o que estou começando a enxergar, depois de três meses, é, de fato, o que não consegui ver em 36 anos: superação dos meus próprios limites.
Suspeito que eu acabei de encontrar o ingrediente secreto que ainda faltava para eu realizar aquilo a que me propus desde o início desse blog -- e muito antes dele, quase desde sempre. O simples fato de saber que eu posso, e ter comprovação diária disso, ainda que por uma via inesperada, muda tudo.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Tudo para...
Chorar por um cara uma vez é inesperado -- você descobre que ele pode te fazer chorar. Chorar pela segunda é confirmação de uma emoção (ainda) latente -- ele mexe com ela e você descobre que ela (ainda) existe. Agora, chorar pela terceira simplesmente não existe.
Hoje eu chorei pela segunda vez, ou seja, freedom, freedom, freedom! :D
Tô com tudo pra começar um ano melhor que 2010. E a calcinha, qual vai ser? Vai ter calcinha nova? Calcinha da sorte? Calcinha não sei o quê? AH, VAI. AH, SE VAI! E o que importa a calcinha? Não importa -- ou importa, sei lá! Na dúvida, CALCINHA NOVA nela! Vou logo semana que vem comprar antes que acabe. Lembra que ano passado fui na véspera? Ah, not again. :)
Adoro um mimo divertido! Se não tiver GG na Jogê, ou pelo menos um pequeno G pra mim, ah, vou ficar tão brava... rs
E a padoca? A padoca vai bem, obrigada. Já virou de vez em nunca e, daqui a pouco, já esqueço que ela existe e perco a vontade de comer aqueles deliciosos doces e tortas.
Já chegou aquela cesta natalina do Saddi Center, mas esse ano não veio tão divina como de costume. Não tinha um chocolate sequer dentro. o_O Lata de biscoitos? Não veio. E os meus docinhos de pistache? Só uma caixa e com a variedade que eu menos gosto. >_> A lata de pistache? Não veio também! Em suma? FAIL. O lado bom: engordarei menos nesse final de ano -- se é que engordarei algo.
Facul: I-don't-know. Mas agora é que eu tô com gás pra dar um rumo naquilo. Acabar logo com essa chatice (sim, porque virou uma tremenda chatice, boring, boring, boring as hell) e desempacar logo essa mula intelectual, tirar da minha frente!
E, aí, seja o que Deus quiser. Vamo que vamo! rs
Bisous. :)
NÃO-EXISTE-PRA-MIM
Hoje eu chorei pela segunda vez, ou seja, freedom, freedom, freedom! :D
Tô com tudo pra começar um ano melhor que 2010. E a calcinha, qual vai ser? Vai ter calcinha nova? Calcinha da sorte? Calcinha não sei o quê? AH, VAI. AH, SE VAI! E o que importa a calcinha? Não importa -- ou importa, sei lá! Na dúvida, CALCINHA NOVA nela! Vou logo semana que vem comprar antes que acabe. Lembra que ano passado fui na véspera? Ah, not again. :)
Vai lá: Jogê
Adoro um mimo divertido! Se não tiver GG na Jogê, ou pelo menos um pequeno G pra mim, ah, vou ficar tão brava... rs
E a padoca? A padoca vai bem, obrigada. Já virou de vez em nunca e, daqui a pouco, já esqueço que ela existe e perco a vontade de comer aqueles deliciosos doces e tortas.
Já chegou aquela cesta natalina do Saddi Center, mas esse ano não veio tão divina como de costume. Não tinha um chocolate sequer dentro. o_O Lata de biscoitos? Não veio. E os meus docinhos de pistache? Só uma caixa e com a variedade que eu menos gosto. >_> A lata de pistache? Não veio também! Em suma? FAIL. O lado bom: engordarei menos nesse final de ano -- se é que engordarei algo.
Facul: I-don't-know. Mas agora é que eu tô com gás pra dar um rumo naquilo. Acabar logo com essa chatice (sim, porque virou uma tremenda chatice, boring, boring, boring as hell) e desempacar logo essa mula intelectual, tirar da minha frente!
E, aí, seja o que Deus quiser. Vamo que vamo! rs
Bisous. :)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Être plus belle
O que eu comi hoje? Pouco, muito pouco, mas suficientemente correto pra um recomeço.
Descobri que vou ficar mais bonita pro amanhã. Sim, o amanhã. Não é mais pra mim mesma (claramente, isso também não funciona) e nem pra outro alguém qualquer (coisa velha e bem antiquada isso).
O amanhã -- o próximo minuto, segundo, nano segundo, como queira -- é o que há. É aí mesmo que reside toda a surpresa da vida. Sim, é aonde moram todas as possibilidades mais inimagináveis e inesperadas surpresas. Nunca se sabe o que vai vir. E por mais que as coisas estejam morosas, pastosas, ruins, mornas, estagnadas feito manteiga fazendo ranço sob o sol, elas não estão assim, elas só PARECEM assim. Porque no PRÓXIMO SEGUNDO, pode acontecer uma revolução. E é pela revolução do segundo que vale a pena ficar mais bonita. Porque ela chegou, vai chegar e não pára nunca esse movimento. No dia que acabar a surpresa da vida, a vida é que acabou.
Pela surpresa do que o próximo segundo me reserva, eu vou pra frente. Não é mais por mim mesma, não é por ninguém mais. É pelo devir. Porque assim que ele chegar, eu quero abraçar -- em vez de me esconder.
Sim, eu comi todas as sardinhas de dentro da latinha -- são apimentadas, viu? E sem o menor pudor! rs Pra quem não almoçou, eu tava com fome de um prato de comida. É o de praxe, aquilo que eu gosto de comer e que não requer prática, nem habilidade: faz-se o arroz integral, faz-se a salada, abre-se a latinha, tá pronto. (Claude Troisgros, morra de inveja. rs) Ah, por favor, dispensem o óleo de soja da sardinha. Esse brilho de estrela que reluz sobre elas é azeite de oliva, extra virgem prensado a frio. (Meu Deus, como é fresca...) No dia que azeitona virar trufa, tô frita. rs
- duas torradas de pão light integral com requeijão light
- damascos secos
- mini cookies light integrais
Descobri que vou ficar mais bonita pro amanhã. Sim, o amanhã. Não é mais pra mim mesma (claramente, isso também não funciona) e nem pra outro alguém qualquer (coisa velha e bem antiquada isso).
O amanhã -- o próximo minuto, segundo, nano segundo, como queira -- é o que há. É aí mesmo que reside toda a surpresa da vida. Sim, é aonde moram todas as possibilidades mais inimagináveis e inesperadas surpresas. Nunca se sabe o que vai vir. E por mais que as coisas estejam morosas, pastosas, ruins, mornas, estagnadas feito manteiga fazendo ranço sob o sol, elas não estão assim, elas só PARECEM assim. Porque no PRÓXIMO SEGUNDO, pode acontecer uma revolução. E é pela revolução do segundo que vale a pena ficar mais bonita. Porque ela chegou, vai chegar e não pára nunca esse movimento. No dia que acabar a surpresa da vida, a vida é que acabou.
Pela surpresa do que o próximo segundo me reserva, eu vou pra frente. Não é mais por mim mesma, não é por ninguém mais. É pelo devir. Porque assim que ele chegar, eu quero abraçar -- em vez de me esconder.
A janta
Sim, eu comi todas as sardinhas de dentro da latinha -- são apimentadas, viu? E sem o menor pudor! rs Pra quem não almoçou, eu tava com fome de um prato de comida. É o de praxe, aquilo que eu gosto de comer e que não requer prática, nem habilidade: faz-se o arroz integral, faz-se a salada, abre-se a latinha, tá pronto. (Claude Troisgros, morra de inveja. rs) Ah, por favor, dispensem o óleo de soja da sardinha. Esse brilho de estrela que reluz sobre elas é azeite de oliva, extra virgem prensado a frio. (Meu Deus, como é fresca...) No dia que azeitona virar trufa, tô frita. rs
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Happy hour
Nothing in the world is more dangerous than a sincere ignorance and conscientious stupidity.
- Martin Luther King, Jr.
- Martin Luther King, Jr.
Para o happy hour de sexta: o livro de onde saiu a frase acima e, por que não, um delicioso drink que me parece apropriado. :)
© jtiano
Screwdriver. De world affairs eu entendo um pouco, mas não de cultura etílica. Porém, diz a Wikipedia que a primeira referência a esse drink de nome curioso apareceu numa matéria da Time em 1949: "In the dimly lighted bar of the sleek Park Hotel, Turkish intelligence agents mingle with American engineers and Balkan refugees, drinking the latest Yankee concoction of vodka and orange juice, called a 'screwdriver.'" E por que caracos uma bebida se chamaria "chave de fenda"? "Created in the early 1950s by American engineers working in the Middle East oil fields, who surreptitiously added vodka to small cans of orange juice. Where did the name come from? They stirred the mixtures with their screwdrivers." Ewww. rs
Como não bebo vodca, meu screwdriver é praticamente um refri com um toque etílico, muito light, já tô chamando de Fanta Laranja de Gente Grande. rs Em vez de vodca, uso Smirnoff Ice e um suco de laranja light -- sem conservantes e sem açúcar, por favor. Meio a meio, por motivos óbvios -- duas partes de suco ficaria sem graça. Mas dá pra tomar muito. E é um refresco que só! Mata a sede que é uma loucura, relaxa na medida certa e ainda por cima a poderosa glicose da laranja dá um up de açúcar pra contrabalançar os efeitos do álcool, que já é mínimo na Smirnoff Ice. Delícia! :)
Don't drink and drive, don't drive and text, don't fvck and run.
Have a nice weekend.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ironia pouca...
Ironia pouca é bobagem. Como eu não percebi que criei um montão de expectativas sobre mim mesma ontem, em vez de zero? Hello? >_< Bonito... Aprende, agora!
Não foi nada, nada bonito ontem, mas não vou entrar em detalhes. Aliás, melhor eu não entrar mais em detalhe algum do gênero "I'm a mess" daqui pra frente, porque não é muito produtivo. Só deixa as pessoas preocupadas desnecessariamente sobre essa perfeita estranha que sou eu -- só mais um blog no infinito oceano dos blogs. Pra quê? Não tem cabimento e não é justo. É também pouco relevante dado o propósito principal desse blog. Dentro dele, já falei tudo o que era importante (e além) no épico post "Minha história". Não interessa eu continuar fazendo aqui pós-escritos dramatiques-tragiques mimimi àquele post.
Ademais, eu tive um momento de iluminação óbvia ontem. Sim, explico: iluminação óbvia é aquela constatação a que você chega pela enésima vez, só que ela te atinge com uma força de indubitável clareza que não deixa mais qualquer sombra de dúvida. Não existe mais "pode ser", "é possível" ou "talvez". A dúvida acabou quanto a essa constatação. E isso vai ter que ser a primeira coisa que eu vou dizer pra um terapeuta quando eu chegar lá. Porque agora também não tem mais como negar o fato de que eu preciso de um. AGORA, EU SEI QUAL É O MEU PROBLEMA E SEI QUE, SOZINHA, NÃO CONSEGUI SAIR DELE -- VIDE ÚLTIMOS 15 ANOS, É PROVA SUFICIENTE.
Sim, agora, sim, uma boa terapia faz sentido e é bem-vinda. Porque pagar terapeuta esperando que ele te diga qual é o seu problema nuclear ou que ele te ajude a descobri-lo pra só depois vocês estudarem as melhores formas de sair dele pode acabar terrivelmente mal e com piora avassaladora. Disso, também não tenho mais a menor dúvida -- de novo, vide últimos 15 anos, terapia on and off, só decepção, avanços infinitesimais, chuva no molhado, chavões, frases feitas, etc etc, prova suficiente. Isso sem contar os gerundismos, a falta de refino e o quanto eu senti minha inteligência subestimada. Não é porque eu tô sofrendo e tô no chão que eu fiquei acéfala ou deixei de ser eu mesma com uma personalidade, defeitos e qualidades. Não me trata como uma imbecil, entende? >_>
E o que eu tô chamando de problema nuclear é simplesmente aquele do qual todos os outros nascem, como galhos de uma árvore. É aquele ponto na linha do tempo da sua vida que você circula em vermelho sem a menor sombra de dúvida. É aquele que você não hesitaria em circular se te pedissem pra marcar só um, o pior momento dentre tantos que você achava que fossem igualmente devastadores ou tanto quanto ou muito perto. Ledo engano! Depois do momento de iluminação óbvia de ontem, meu problema nuclear me saltou aos olhos como uma aparição. Em 15 anos, ele, como uma árvore, ganhou proporções gigantescas. Ramificou-se em vários outros problemas, como uma árvore com muitos e muitos galhos e folhas. Ficou, portanto, quase oculto por todos os galhos ou, muito sabiamente, quieto debaixo da própria sombra. Essa árvore, ramificando ao longo dos anos, só me distraindo com seus galhos, os problemas menos importantes e adjacentes, foi se alimentando de mim, da substância da minha vida, no silêncio e na própria sombra. É uma imagem incrivelmente poderosa.
Acho que eu cheguei numa espécie de ground zero. Eu sei aonde eu me encontro agora. Sou eu, beeeeeem pequena, mas com uma visão muito clara: estou frente a frente com meu problema nuclear.
What happens now? I have no idea. Eu é que não vou fazer nenhum movimento brusco. Mas nada pode tirar a clarividência desse momento. E precisava ser escrito. Isso me deu uma sensação diferente, eu nem sei como nomear. Um rio de desespero ficou na noite de ontem. E hoje eu acordei... Não sei... Talvez, até, um pouco mais forte. Talvez seja a calma de saber, pela primeira vez em 15 anos, aonde eu estou. Eu estou bem na frente do monstro e, incrível, ele não me assusta. Talvez a ausência de desespero venha justamente dessa imagem, da possibilidade inédita pra mim de conseguir enxergar, pela primeira vez, que eu e a árvore somos duas coisas diferentes, somos dois distintos. Eu e esse mal tão grande que me comia de dentro pra fora NÃO SOMOS UMA MESMA SUBSTÂNCIA. E agora eu posso lutar contra isso que quase me comeu viva. Como, com que armas e quanto tempo vai levar essa batalha, eu não posso saber ou dizer.
Eu vou ficar em pé, por enquanto, desfrutando do alívio que é a ausência de desespero. Eu preciso disso. Meu peito não sabe o que é um alívio faz tempo.
Elvis Presley - Amazing grace
Quase me esqueci de acrescentar isso: acho que foi uma coincidência eu ter assistido a esse filme ontem, também, antes de apagar. Justo esse. Não poderia ter sido qualquer outro? Sim, mas foi esse: The Butterfly Effect.
Nunca me interessei por assistir a esse filme particularmente, mas tava olhando a programação dos canais Telecine e foi o único que me chamou a atenção. Se fosse chato ou se eu não gostasse nos primeiros minutos, teria mudado de canal pra ver a Gimenez ou o tio Ronnie. Mas achei interessante e fiquei até o final.
Efeito Borboleta (trailer)
"Algumas pessoas querem esquecer o passado, outras querem mudá-lo". Imagina poder mudar o passado apenas lendo o seu diário? rs Não é uma idéia muito louca -- nem muito original. Eu mesma já li meus primeiros diários em busca de pistas sobre mim mesma. A memória da gente arquiva muita coisa com o passar do tempo ou simplesmente esquece, deleta algumas memórias pra dar lugar pra outras novas. A leitura de um diário pode trazer coisas importantes de volta à superfície... Eu lia em busca de respostas pra perguntas do tipo: "Onde eu errei? Em que momento eu fiz minha primeira escolha errada? Onde eu poderia ter feito diferente que foi determinante no meu futuro"? Eu não achei essas respostas.
Fiquei admirada de ver como eu era ciumenta, possessiva, briguenta e muito, mas muito passional quando criança. Eu ri horrores no início da leitura, das coisas que eu registrei. Depois me admirei com palavras bem fortes que eu já conhecia -- e não lembrava, o que me chocou um pouco. Não exatamente potty mouth, isso também, mas um jeito de falar que não bate muito com idade de vestidinho frufru, sabe? Achei criança no conteúdo, mas muito adulta na expressão. Depois fui ficando horrorizada com a repetição do que se passava, ao descobrir que aquilo era meu modus operandi, o comportamento. "Que horror, essa menina não tem mãe"? Imagina, disse isso sobre mim mesma. ¬_¬ Fecha parênteses e de volta ao filme...
O que eu achei interessante é que pra cada momento no passado que o personagem do Kutcher voltava, fazia tal e tal coisa diferente e a vida dele terminava de um jeito. Mas o mais curioso é que, mesmo com a possibilidade e o poder de mudar o passado, ainda assim, sempre tinha algo desagradável no futuro esperando por ele como conseqüência das escolhas que ele fez. Então, imagina: você volta, faz diferente e mesmo assim fica uma merd4? De que valeria poder voltar? ¬_¬
Bom, o fim do filme explica. Ironia pouca é bobagem -- again. Pro cara se dar bem e pra todos ao seu redor não sofrerem as conseqüências nefastas das escolhas que ele faz (daí o efeito borboleta do título), ele é obrigado a mudar o passado fazendo a ÚNICA ESCOLHA que JAMAIS FARIA se tivesse escolha. o.O Eu sei, como assim, right? Mas é assim mesmo, tem que ver o filme. :) "Tudo vai terminar no início"... Recomendo. Várias cenas de violência, thriller psicológico, mas vale a pena.
Lu & Ju: vocês duas, párem com isso já e vão almoçar already, at once, sim and please. Nous sommes entendus, d'accord?
#epicfail
Não foi nada, nada bonito ontem, mas não vou entrar em detalhes. Aliás, melhor eu não entrar mais em detalhe algum do gênero "I'm a mess" daqui pra frente, porque não é muito produtivo. Só deixa as pessoas preocupadas desnecessariamente sobre essa perfeita estranha que sou eu -- só mais um blog no infinito oceano dos blogs. Pra quê? Não tem cabimento e não é justo. É também pouco relevante dado o propósito principal desse blog. Dentro dele, já falei tudo o que era importante (e além) no épico post "Minha história". Não interessa eu continuar fazendo aqui pós-escritos dramatiques-tragiques mimimi àquele post.
Ademais, eu tive um momento de iluminação óbvia ontem. Sim, explico: iluminação óbvia é aquela constatação a que você chega pela enésima vez, só que ela te atinge com uma força de indubitável clareza que não deixa mais qualquer sombra de dúvida. Não existe mais "pode ser", "é possível" ou "talvez". A dúvida acabou quanto a essa constatação. E isso vai ter que ser a primeira coisa que eu vou dizer pra um terapeuta quando eu chegar lá. Porque agora também não tem mais como negar o fato de que eu preciso de um. AGORA, EU SEI QUAL É O MEU PROBLEMA E SEI QUE, SOZINHA, NÃO CONSEGUI SAIR DELE -- VIDE ÚLTIMOS 15 ANOS, É PROVA SUFICIENTE.
Sim, agora, sim, uma boa terapia faz sentido e é bem-vinda. Porque pagar terapeuta esperando que ele te diga qual é o seu problema nuclear ou que ele te ajude a descobri-lo pra só depois vocês estudarem as melhores formas de sair dele pode acabar terrivelmente mal e com piora avassaladora. Disso, também não tenho mais a menor dúvida -- de novo, vide últimos 15 anos, terapia on and off, só decepção, avanços infinitesimais, chuva no molhado, chavões, frases feitas, etc etc, prova suficiente. Isso sem contar os gerundismos, a falta de refino e o quanto eu senti minha inteligência subestimada. Não é porque eu tô sofrendo e tô no chão que eu fiquei acéfala ou deixei de ser eu mesma com uma personalidade, defeitos e qualidades. Não me trata como uma imbecil, entende? >_>
E o que eu tô chamando de problema nuclear é simplesmente aquele do qual todos os outros nascem, como galhos de uma árvore. É aquele ponto na linha do tempo da sua vida que você circula em vermelho sem a menor sombra de dúvida. É aquele que você não hesitaria em circular se te pedissem pra marcar só um, o pior momento dentre tantos que você achava que fossem igualmente devastadores ou tanto quanto ou muito perto. Ledo engano! Depois do momento de iluminação óbvia de ontem, meu problema nuclear me saltou aos olhos como uma aparição. Em 15 anos, ele, como uma árvore, ganhou proporções gigantescas. Ramificou-se em vários outros problemas, como uma árvore com muitos e muitos galhos e folhas. Ficou, portanto, quase oculto por todos os galhos ou, muito sabiamente, quieto debaixo da própria sombra. Essa árvore, ramificando ao longo dos anos, só me distraindo com seus galhos, os problemas menos importantes e adjacentes, foi se alimentando de mim, da substância da minha vida, no silêncio e na própria sombra. É uma imagem incrivelmente poderosa.
#epicwin
Acho que eu cheguei numa espécie de ground zero. Eu sei aonde eu me encontro agora. Sou eu, beeeeeem pequena, mas com uma visão muito clara: estou frente a frente com meu problema nuclear.
What happens now? I have no idea. Eu é que não vou fazer nenhum movimento brusco. Mas nada pode tirar a clarividência desse momento. E precisava ser escrito. Isso me deu uma sensação diferente, eu nem sei como nomear. Um rio de desespero ficou na noite de ontem. E hoje eu acordei... Não sei... Talvez, até, um pouco mais forte. Talvez seja a calma de saber, pela primeira vez em 15 anos, aonde eu estou. Eu estou bem na frente do monstro e, incrível, ele não me assusta. Talvez a ausência de desespero venha justamente dessa imagem, da possibilidade inédita pra mim de conseguir enxergar, pela primeira vez, que eu e a árvore somos duas coisas diferentes, somos dois distintos. Eu e esse mal tão grande que me comia de dentro pra fora NÃO SOMOS UMA MESMA SUBSTÂNCIA. E agora eu posso lutar contra isso que quase me comeu viva. Como, com que armas e quanto tempo vai levar essa batalha, eu não posso saber ou dizer.
Eu vou ficar em pé, por enquanto, desfrutando do alívio que é a ausência de desespero. Eu preciso disso. Meu peito não sabe o que é um alívio faz tempo.
Elvis Presley - Amazing grace
Quase me esqueci de acrescentar isso: acho que foi uma coincidência eu ter assistido a esse filme ontem, também, antes de apagar. Justo esse. Não poderia ter sido qualquer outro? Sim, mas foi esse: The Butterfly Effect.
Nunca me interessei por assistir a esse filme particularmente, mas tava olhando a programação dos canais Telecine e foi o único que me chamou a atenção. Se fosse chato ou se eu não gostasse nos primeiros minutos, teria mudado de canal pra ver a Gimenez ou o tio Ronnie. Mas achei interessante e fiquei até o final.
Efeito Borboleta (trailer)
"Algumas pessoas querem esquecer o passado, outras querem mudá-lo". Imagina poder mudar o passado apenas lendo o seu diário? rs Não é uma idéia muito louca -- nem muito original. Eu mesma já li meus primeiros diários em busca de pistas sobre mim mesma. A memória da gente arquiva muita coisa com o passar do tempo ou simplesmente esquece, deleta algumas memórias pra dar lugar pra outras novas. A leitura de um diário pode trazer coisas importantes de volta à superfície... Eu lia em busca de respostas pra perguntas do tipo: "Onde eu errei? Em que momento eu fiz minha primeira escolha errada? Onde eu poderia ter feito diferente que foi determinante no meu futuro"? Eu não achei essas respostas.
Fiquei admirada de ver como eu era ciumenta, possessiva, briguenta e muito, mas muito passional quando criança. Eu ri horrores no início da leitura, das coisas que eu registrei. Depois me admirei com palavras bem fortes que eu já conhecia -- e não lembrava, o que me chocou um pouco. Não exatamente potty mouth, isso também, mas um jeito de falar que não bate muito com idade de vestidinho frufru, sabe? Achei criança no conteúdo, mas muito adulta na expressão. Depois fui ficando horrorizada com a repetição do que se passava, ao descobrir que aquilo era meu modus operandi, o comportamento. "Que horror, essa menina não tem mãe"? Imagina, disse isso sobre mim mesma. ¬_¬ Fecha parênteses e de volta ao filme...
O que eu achei interessante é que pra cada momento no passado que o personagem do Kutcher voltava, fazia tal e tal coisa diferente e a vida dele terminava de um jeito. Mas o mais curioso é que, mesmo com a possibilidade e o poder de mudar o passado, ainda assim, sempre tinha algo desagradável no futuro esperando por ele como conseqüência das escolhas que ele fez. Então, imagina: você volta, faz diferente e mesmo assim fica uma merd4? De que valeria poder voltar? ¬_¬
Bom, o fim do filme explica. Ironia pouca é bobagem -- again. Pro cara se dar bem e pra todos ao seu redor não sofrerem as conseqüências nefastas das escolhas que ele faz (daí o efeito borboleta do título), ele é obrigado a mudar o passado fazendo a ÚNICA ESCOLHA que JAMAIS FARIA se tivesse escolha. o.O Eu sei, como assim, right? Mas é assim mesmo, tem que ver o filme. :) "Tudo vai terminar no início"... Recomendo. Várias cenas de violência, thriller psicológico, mas vale a pena.
Butterfly Effect, The
USA 2004 109:56
Conturbado com traumas de sua infância, Evan (Ashton Kutcher) descobre um jeito de voltar ao passado para tentar consertar sua vida atual. Em cada retorno, ele descobre um presente cada vez mais assustador.
Lu & Ju: vocês duas, párem com isso já e vão almoçar already, at once, sim and please. Nous sommes entendus, d'accord?
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Shower me with normal
Tem aula hoje. Então, se eu não quiser faltar (e eu não quero), eu vou ter que, obrigatoriamente:
- depilar -- o rosto, não é mais só buço e sobrancelha, como toda mulher (normal, que não tem SOP/PCOS) o.O >_< >_< >_< >_< o.O
- fazer as unhas -- ou as pessoas notarão que estou com o mesmo esmalte de 15 dias atrás and it shows and it blows >_<
- ônibus, metrô, ônibus, 90 minutos dessa lenga-lenga
- sentar na sala de aula por 3h sem intervalo, ok
- ônibus, metrô, ônibus, mais 90 minutos
- chegar em casa depois da meia-noite
Expectativas até o momento: zero. (Vide post de ontem pra entender.) E tudo bem. Por causa disso, estou bem menos ansiosa hoje. Tá um sol escaldante lá fora, o que já é quase detestável pra mim, mas não está me incomodando muito. O que tá bom mesmo é não ter tido coração disparado ou suores nervosíssimos e toda aquela porcaria sem ar que antecede a simples idéia de botar meu nariz pra fora. Eu já sei que eu vou ter que sair porque já combinei assim comigo, porque quero. E, mesmo assim, não aconteceu nada do descrito acima -- yeah.
Para o banho e avante.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Expectativas
No momento em que você cria uma expectativa ou parte numa busca, está correndo o risco tremendo do desapontamento. Os budistas estavam certos: a única maneira de não sofrer nessa vida é o total desapego. Não se apegar a nada, ninguém, nem mesmo às suas próprias expectativas. Foi nessa que eu errei dessa vez. Eu me apeguei. Não a ninguém. Mas, antes, às minhas próprias expectativas.
As nossas expectativas são nossas, não têm absolutamente nada a ver com as pessoas, por mais que elas também tenham cometido seus impropérios e desgalanteios pra com a gente. No fim, não são essas coisas que machucam, mas a nossa própria decepção com nós mesmos, aquela hora que a gente pára e pergunta a si mesmo: "Mas, catso, por que eu esperei tal coisa de tal pessoal"? A expectativa fod3 tudo. O único jeito de ser feliz é não esperar absolutamente nada. Assim, quando os ventos bons te sopram na cara, você simplesmente sorri feliz e agradece, livre de todo e qualquer aborrecimento ou decepção e, principalmente, de sofrimento, da porcaria da dor. Por que nós fazemos isso? Por que nós criamos tantas expectativas?
Pronto. Racionalmente, já desvendei esse segredo. (Malditas coisas que ninguém te conta e você tem que descobrir da pior forma possível...) Agora, só me falta, emocionalmente, colocar em prática. COMO SE VIVE SEM NENHUMA EXPECTATIVA? Como um flaneur em Paris, a rodopiar de um café a outro? Como um São Francisco, desapegado e conversando com os pombos? COMO?
There are too many assholes in the world to create any expectations.
Amanhã, vou fazer esse exercício: tentar não criar absolutamente NENHUMA expectativa. Vou contar quantas coisas eu esperei, por que e de quem, incluindo de mim mesma. Sim, vou fazer exatamente isso, só de curiosidade. Só pra ver, ao fim do dia, que conta isso vai dar. Na ponta do lápis.
Lu Russa: eu almoço com você tão logo esteja um ser humano agradável de se estar ao redor. Vamos num restaurante metido a besta.
Juliana: não tem condição e nem coerência pra conversar. Se e quando eu consigo alguma coisa, é assim, escrevendo. E olhe lá. Mas só de ter pensado em mim, aquela hora da noite, com tanta coisa boa pra pensar, nossa, já fez um bem, já cumpriu o seu papel.
Aline: yes, my heart will go on, que nem no Titanic.
Tati: I know. And it's ok. <3
A todo mundo que comentou (^ quarteto em sol ^ também) e eu li (estou lendo aos poucos), obrigada, de coração. Não é a minha resposta que interessa. É vocês saberem que perderam alguns momentos das suas vidas pra fazer um bem a alguém que poderá, ou não, retribuir esse bem. Mas a recompensa de vocês não depende, em nada, de mim. Chegará a vocês, se é que já não chegou, aí mesmo, dentro de vocês, aquele sentir-se bem. De um jeito ou de outro, o bem viaja e chega aonde precisa chegar. E justo eu não saberia disso? Pois do pouco que eu sei, disso, eu sei. ;)
As nossas expectativas são nossas, não têm absolutamente nada a ver com as pessoas, por mais que elas também tenham cometido seus impropérios e desgalanteios pra com a gente. No fim, não são essas coisas que machucam, mas a nossa própria decepção com nós mesmos, aquela hora que a gente pára e pergunta a si mesmo: "Mas, catso, por que eu esperei tal coisa de tal pessoal"? A expectativa fod3 tudo. O único jeito de ser feliz é não esperar absolutamente nada. Assim, quando os ventos bons te sopram na cara, você simplesmente sorri feliz e agradece, livre de todo e qualquer aborrecimento ou decepção e, principalmente, de sofrimento, da porcaria da dor. Por que nós fazemos isso? Por que nós criamos tantas expectativas?
Pronto. Racionalmente, já desvendei esse segredo. (Malditas coisas que ninguém te conta e você tem que descobrir da pior forma possível...) Agora, só me falta, emocionalmente, colocar em prática. COMO SE VIVE SEM NENHUMA EXPECTATIVA? Como um flaneur em Paris, a rodopiar de um café a outro? Como um São Francisco, desapegado e conversando com os pombos? COMO?
There are too many assholes in the world to create any expectations.
Amanhã, vou fazer esse exercício: tentar não criar absolutamente NENHUMA expectativa. Vou contar quantas coisas eu esperei, por que e de quem, incluindo de mim mesma. Sim, vou fazer exatamente isso, só de curiosidade. Só pra ver, ao fim do dia, que conta isso vai dar. Na ponta do lápis.
Lu Russa: eu almoço com você tão logo esteja um ser humano agradável de se estar ao redor. Vamos num restaurante metido a besta.
Juliana: não tem condição e nem coerência pra conversar. Se e quando eu consigo alguma coisa, é assim, escrevendo. E olhe lá. Mas só de ter pensado em mim, aquela hora da noite, com tanta coisa boa pra pensar, nossa, já fez um bem, já cumpriu o seu papel.
Aline: yes, my heart will go on, que nem no Titanic.
Tati: I know. And it's ok. <3
A todo mundo que comentou (^ quarteto em sol ^ também) e eu li (estou lendo aos poucos), obrigada, de coração. Não é a minha resposta que interessa. É vocês saberem que perderam alguns momentos das suas vidas pra fazer um bem a alguém que poderá, ou não, retribuir esse bem. Mas a recompensa de vocês não depende, em nada, de mim. Chegará a vocês, se é que já não chegou, aí mesmo, dentro de vocês, aquele sentir-se bem. De um jeito ou de outro, o bem viaja e chega aonde precisa chegar. E justo eu não saberia disso? Pois do pouco que eu sei, disso, eu sei. ;)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Realisticamente falando...
É... A coisa tá feia, bem feia pro meu lado. Se eu não me mexer e rápido, daqui a pouco vai ser como se eu nem existisse. É como se eu não estivesse aqui.
Outro dia, no entanto, estava procurando uma imagem e caí por acaso no blog de uma anoréxica. Não fiquei com pena dela. O que aconteceu foi que, passeando pelas páginas, enquanto a barra de rolagem descia pelas imagens e meus olhos percorriam as palavras e cores a esmo, eu senti a dor dela.
Irônico, não?
Achei.
É muita dor. Que m3rda. Você vê que ali é o espaço dela, é o único lugar pra onde ela corre, talvez ali ela se sinta segura, corre pra lá e durante aquele tempo que ela tá ali, escrevendo e comunicando as suas imagens ao mundo, talvez só ali ela se sinta bem e talvez consiga existir com um pouco menos de dor.
Eu tenho procurado existir com um pouco menos de dor também. Não tem pra onde correr ou com quem contar, fato. Sou eu e o meu computador, então tá, beleza.
Eu vou falar um monte dessa coisa de computador logo, logo. Desabafo-monstro. Ou quem sabe eu calo a minha boca grande, I don't fvcking know at this point what matters or what makes any difference. Mas isso aqui também pode ser um mundinho bem inho, outro fato. Claro que não tô falando de ninguém daqui, óbvio. Tô falando de pvtaria, um tal de usar gente, sabe? Usar pessoas só porque você não vê, não tá na sua frente? Usar na maior cara de peroba do planeta?
Que nojo.
Amanhã vou ligar pro meu convênio e pedir o livrinho que tem os médicos. O que tenho aqui já virou relíquia, velho demais. E eu quero tudo novo. E vou marcar consultas com dúzias -- eu pago, certo? E vai ser assim: quem me atender melhor, leva. De imbromation já enchi o saco também.
PS: anteontem (6/9), na véspera do feriado, briga épica avec mother. A mais épica. >_< Agora é observar a evolução dos fatos... o.O
PPS: se eu fizer a unha mais tarde, eu posto fotinho, tá? Tá gigante a minha unha. No momento, tô deixando assim porque tô considerando a coisa mais forte em mim. Sim, eu acabei de dizer isso mesmo.
PPPS: eu li alguns comentários, não todos, alguns. Eu vou ler todos. Mas não tô muito firme ainda pra tal. Quaisquer que sejam eles, qualquer que seja o teor, nem se trata disso. Eu tô é com muito medo de gente mesmo. A própria idéia já me apavora.
I'll get better.
Outro dia, no entanto, estava procurando uma imagem e caí por acaso no blog de uma anoréxica. Não fiquei com pena dela. O que aconteceu foi que, passeando pelas páginas, enquanto a barra de rolagem descia pelas imagens e meus olhos percorriam as palavras e cores a esmo, eu senti a dor dela.
Irônico, não?
Achei.
É muita dor. Que m3rda. Você vê que ali é o espaço dela, é o único lugar pra onde ela corre, talvez ali ela se sinta segura, corre pra lá e durante aquele tempo que ela tá ali, escrevendo e comunicando as suas imagens ao mundo, talvez só ali ela se sinta bem e talvez consiga existir com um pouco menos de dor.
Eu tenho procurado existir com um pouco menos de dor também. Não tem pra onde correr ou com quem contar, fato. Sou eu e o meu computador, então tá, beleza.
Eu vou falar um monte dessa coisa de computador logo, logo. Desabafo-monstro. Ou quem sabe eu calo a minha boca grande, I don't fvcking know at this point what matters or what makes any difference. Mas isso aqui também pode ser um mundinho bem inho, outro fato. Claro que não tô falando de ninguém daqui, óbvio. Tô falando de pvtaria, um tal de usar gente, sabe? Usar pessoas só porque você não vê, não tá na sua frente? Usar na maior cara de peroba do planeta?
Que nojo.
Bye. Você não é meu Wolverine. Loser.
Amanhã vou ligar pro meu convênio e pedir o livrinho que tem os médicos. O que tenho aqui já virou relíquia, velho demais. E eu quero tudo novo. E vou marcar consultas com dúzias -- eu pago, certo? E vai ser assim: quem me atender melhor, leva. De imbromation já enchi o saco também.
PS: anteontem (6/9), na véspera do feriado, briga épica avec mother. A mais épica. >_< Agora é observar a evolução dos fatos... o.O
PPS: se eu fizer a unha mais tarde, eu posto fotinho, tá? Tá gigante a minha unha. No momento, tô deixando assim porque tô considerando a coisa mais forte em mim. Sim, eu acabei de dizer isso mesmo.
PPPS: eu li alguns comentários, não todos, alguns. Eu vou ler todos. Mas não tô muito firme ainda pra tal. Quaisquer que sejam eles, qualquer que seja o teor, nem se trata disso. Eu tô é com muito medo de gente mesmo. A própria idéia já me apavora.
I'll get better.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Não-vida
A comida voltou a ser minha melhor amiga.
Os sintomas da SOP nunca se manifestaram de maneira tão cruel na minha aparência.
Tornou-se difícil pra mim sair de casa.
Faltei na faculdade metade de maio. Reprovei em nem sei quantas matérias -- ainda não tive coragem de olhar.
Perdi a colação de grau da minha turma.
Perdi a festa de formatura da minha turma.
Julho inteiro, férias, não saí de casa.
Agosto inteiro, fim de férias, idem.
Nos últimos dois meses, devo ter saído de casa um total de 10 vezes, no máximo, porque era extremamente necessário. E sempre à noite. Nunca, jamais de dia. Não quero que ninguém me veja, que olhem pra mim.
A comida voltou a ser minha melhor amiga.
E o círculo vicioso se fecha.
Eu conheço esse círculo. Mas nunca, nunca antes, ele teve tanto poder.
Eu já saí dele outras vezes. Mas... Não desse jeito, não nessas condições. E eu tô cansada.
Quero jogar a toalha e nascer de novo, sabe? Queria um botão de reiniciar no corpo. Apaga tudo e começa de novo? Me leva de volta pra ANTES de eu ter essa porra de doença sem cura, sem causa certa, sem tratamento eficaz que não foda com outras partes do corpo/da saúde?
Eu só preciso de um dia bom pra eu poder chegar até um endocrino. Quem sabe esse um dia me salva. Quem sabe esse não será meu último endocrino. Alguém em quem eu realmente possa confiar, alguém que me diga que VAI TER JEITO. Porque, caralho, não agüento mais.
Isso não é vida.
Os sintomas da SOP nunca se manifestaram de maneira tão cruel na minha aparência.
Tornou-se difícil pra mim sair de casa.
Faltei na faculdade metade de maio. Reprovei em nem sei quantas matérias -- ainda não tive coragem de olhar.
Perdi a colação de grau da minha turma.
Perdi a festa de formatura da minha turma.
Julho inteiro, férias, não saí de casa.
Agosto inteiro, fim de férias, idem.
Nos últimos dois meses, devo ter saído de casa um total de 10 vezes, no máximo, porque era extremamente necessário. E sempre à noite. Nunca, jamais de dia. Não quero que ninguém me veja, que olhem pra mim.
A comida voltou a ser minha melhor amiga.
E o círculo vicioso se fecha.
Eu conheço esse círculo. Mas nunca, nunca antes, ele teve tanto poder.
Eu já saí dele outras vezes. Mas... Não desse jeito, não nessas condições. E eu tô cansada.
Quero jogar a toalha e nascer de novo, sabe? Queria um botão de reiniciar no corpo. Apaga tudo e começa de novo? Me leva de volta pra ANTES de eu ter essa porra de doença sem cura, sem causa certa, sem tratamento eficaz que não foda com outras partes do corpo/da saúde?
Eu só preciso de um dia bom pra eu poder chegar até um endocrino. Quem sabe esse um dia me salva. Quem sabe esse não será meu último endocrino. Alguém em quem eu realmente possa confiar, alguém que me diga que VAI TER JEITO. Porque, caralho, não agüento mais.
Isso não é vida.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Pode uma espiadinha?
© kafontes
Olha que louca, dando uma espiadinha no meu próprio blog. Sim, ladies and gents, nós vamos achar o caminho de volta! Just follow the yellow brick road, right? ;) Enquanto isso, vou atualizar a barrinha de peso com algumas pesagens recentes. Sinto dizer, engordei (que óbvio), mas a regra aqui é, sempre foi e sempre será uma só: keeping it real. Foi um hiato de mais de dois meses, eu sei, mas HERE COMES THE SUN, LITTLE DARLING! Here comes the sun and I say, it's alright. :) Bem-vindo, setembro!
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Espelho feliz
Hoje olhei no espelho e gostei do que vi -- do pescoço pra cima. Estou me sentindo muito Selma meets Gabi. Sabe um mix das duas? E isso apesar desse make ainda não estar dando muito certo, não é o ideal ainda. Mas quando eu tiver a chance de conhecer as duas pessoalmente, vai ser um tricô consultoria de graça com direito a muitas risadas. :)
Ah e o detalhe mais bizarro desse momento espelho feliz é que estou APAIXONADA pelas ruguinhas que se formam ao redor dos meus olhos quando sorrio e rio. Elas são perfeitas, parecem uma moldura. Tô achando bonitinho demais e quero ficar sorrindo à toa. rs Meu rosto também (agoooooora estou começando a perceber) está mais fino, não é mais aquele bolachão redondo enoooooooooorrrrrrrrrrrrrrme. E o queixo de pão de queijo? Acho que já diminuiu pela metade!
Então, estou me achando bonita quando tô sozinha com meu espelho SIM! :D Bueno, é claro que, lá fora, o troço muda um pouco de figura, mas... Já é um começo, não? Ah, eu acho que sim, SIM. ;)
Pequenos surtos felizes dessa que vos escreve. rs
Afetuosamente sóbria,
Bella
Owww, preciso registrar isso e botar umas fotinhos novas no Órrrrrkut, hein? Cara, que desatenção a minha... Vou fazer isso as soon as possible. E pra quem não entendeu "Selma meets Gabi", as duas arrasam no make. E a Selma, não sei o que ela tem mais na casa dela hoje em dia: se panelas ou maquiagens... rs
Owwwww (again), perguntinha rápida: alguém já clareou os dentes com água oxigenada ou sabe como faz?...
Ah e o detalhe mais bizarro desse momento espelho feliz é que estou APAIXONADA pelas ruguinhas que se formam ao redor dos meus olhos quando sorrio e rio. Elas são perfeitas, parecem uma moldura. Tô achando bonitinho demais e quero ficar sorrindo à toa. rs Meu rosto também (agoooooora estou começando a perceber) está mais fino, não é mais aquele bolachão redondo enoooooooooorrrrrrrrrrrrrrme. E o queixo de pão de queijo? Acho que já diminuiu pela metade!
Então, estou me achando bonita quando tô sozinha com meu espelho SIM! :D Bueno, é claro que, lá fora, o troço muda um pouco de figura, mas... Já é um começo, não? Ah, eu acho que sim, SIM. ;)
Pequenos surtos felizes dessa que vos escreve. rs
Afetuosamente sóbria,
Bella
Owww, preciso registrar isso e botar umas fotinhos novas no Órrrrrkut, hein? Cara, que desatenção a minha... Vou fazer isso as soon as possible. E pra quem não entendeu "Selma meets Gabi", as duas arrasam no make. E a Selma, não sei o que ela tem mais na casa dela hoje em dia: se panelas ou maquiagens... rs
Owwwww (again), perguntinha rápida: alguém já clareou os dentes com água oxigenada ou sabe como faz?...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Rapidinhas...
Acabei de jantar. Daqui duas horas dá pra eu fazer esteira. E que rufem os tambores! rs Tô brincando, mas tô com mó medão nada a ver, aquela sensação de pular na piscina, sabe? Como se a esteira fosse me derrubar? rs Absurdo...
Mas isso é só hoje que estou em casa a essa hora. E amanhã e depois e todos os outros dias? Como vou fazer? :/ O ideal seria se eu acordasse às 8h, era assim que eu fazia antigamente. Ficava das 8h às 9h em cima da esteira com a Ana Maria Braga me fazendo companhia. Começar o dia com endorfinas é ótimo, o dia ganha outro ritmo, me lembro bem dessa sensação de bem-estar. Mas terminar o dia assim?... Espero ficar cansada em vez de acesa e feliz! Mas também não quero ficar triste! rs Quero feliz e cansada. Será que rola?...
Hoje não fui pra facul. Começou uma reforma no meu banheiro -- vazamento do vizinho de cima. Vai ter que arcar com despesas extras, inclusive espelho novo e armário. Foi enorme o estrago. E pela segunda vez. :|
Enfim, como fiquei em casa, também fui me meter na cozinha (socorro), mas depois conto sobre isso. Precisa de quatro horas de geladeira ainda pra eu saber se ficou bom. rs Se ficar, eu posto a receita. Tem cacau em pó... Mas duvido um pouco porque eu meio que inventei... Não sei se vai ficar bom, não...
Mas isso é só hoje que estou em casa a essa hora. E amanhã e depois e todos os outros dias? Como vou fazer? :/ O ideal seria se eu acordasse às 8h, era assim que eu fazia antigamente. Ficava das 8h às 9h em cima da esteira com a Ana Maria Braga me fazendo companhia. Começar o dia com endorfinas é ótimo, o dia ganha outro ritmo, me lembro bem dessa sensação de bem-estar. Mas terminar o dia assim?... Espero ficar cansada em vez de acesa e feliz! Mas também não quero ficar triste! rs Quero feliz e cansada. Será que rola?...
Hoje não fui pra facul. Começou uma reforma no meu banheiro -- vazamento do vizinho de cima. Vai ter que arcar com despesas extras, inclusive espelho novo e armário. Foi enorme o estrago. E pela segunda vez. :|
Enfim, como fiquei em casa, também fui me meter na cozinha (socorro), mas depois conto sobre isso. Precisa de quatro horas de geladeira ainda pra eu saber se ficou bom. rs Se ficar, eu posto a receita. Tem cacau em pó... Mas duvido um pouco porque eu meio que inventei... Não sei se vai ficar bom, não...
domingo, 25 de abril de 2010
Dotting the i's and kicking the r's
Muito obrigada pela força, carinho e incentivo num momento tão ruim e delicado. Eu sempre enfrentei tudo sozinha, tive que, e esse foi um dos motivos por que me apeguei tanto emocionalmente à comida desde cedo.
Dessa vez, teria sido a mesma coisa, o mesmo cenário. Mas foi diferente. Meu presente é definitivamente melhor por dois motivos: estou mais fortalecida e estou fazendo novos amigos com quem já vi que posso contar. Não preciso mais ficar sozinha, envolta nos meus próprios pensamentos, justamente quando eles estão confusos e embaralhados por emoções negativas latentes, como decepção, dor e descrença.
Ju me colocou na prioridade da manhã, antes do pastel da feira! rs Absurdo como eu tô importante. :D Já tão gostosa quanto um pastel de queijo, fresquinho e de começo de feira, bem... Eu chego lá, né? ;)
Tati, perto de mim e pra mim, você nunca fala demais. Obrigada pela força e por acreditar em mim desde o começo.
Cintia, que caiu aqui pelo blog da Gabi, você não é a primeira. A Gabi manda muita gente pra cá, impressionante, não sei o que acontece, mas sempre vejo pelo FeedJit as pessoas chegando de lá. Deve ser uma coisa meio funilaria e pintura? Primeiro passa na Gabs, depois aqui? xD
Me enxergar como mulher... You are so right. Mas vai ser um processo longo, que está só começando...
Tatha, já tô de pé. ;)
Pessoa que deixou um comentário anônimo, o texto que você deixou pra eu ler foi de um alento incrível. Vou colocá-lo numa página especial. Muito obrigada mesmo!
Rhiana, já tá feito! Bem-vinda! :)
Ana Luisa, magricela e linda, amo que você me lê diariamente. Minha auto-estima vai lá em cima. rs Brigada, eu sei que vai passar... Já tá passando! ;)
Maíra, você tocou num ponto importante que tem a ver com minhas crenças pessoais e minha fé. Valeu por me lembrar. ACREDITO! Ah, e não teve porre, não... rs
Deise, me humilhar é que eu não vou, de jeito nenhum. Já fiz isso, admito, quando era mais nova. Hoje, felizmente, tenho uma cabeça melhor nesse aspecto.
Gabi, sou a maior ostra, não saio nunca, ainda mais numa situação dessas. rs Mas isso também tende a mudar... Se Deus quiser! :)
Bottom line: meu último movimento nessa história já está feito. E o tempo vai se encarregar de colocar cada um no seu lugar. Eu absolutamente não desejo alguém que não me ame e Deus sabe disso muito bem. So after dotting the i's and kicking the r's (tchau, querido, tá aqui sua ordem de despejo), let's move on, shall we?
No máximo, abro a porta, que não sou de fechar porta na cara de seu ninguém -- isso é princípio, já vim assim de fábrica. Mas, daqui pra frente, seu R. não passa da soleira. Meu coração pode ser grande e muito de Deus, mas não é pensão de beira de estrada: uns entram, outros não -- e quem tava dentro e perdeu o merecimento, bye. Só Deus, que é dono, pra abrir essa porta de novo.
Pode crer que eu tô bem inteira, cool and collected, pra poder fazer isso com bastante segurança, atendimento de soleira se for o caso. Isso porque o que vocês leram três dias atrás foi só uma confirmação, um golpe final. Mas eu já vinha sofrendo desde o início do ano, a conta-gotas e num crescendo. Por isso posso dizer que, agora, beijei a lona, mas saí andando.
Ai, chega. rs
Preciso avisar que ontem foi um perfect day, mas hoje não será. Motivo: fiquei com vontade louca de comer um pedaço de bolo de chocolate. Fui na padoca, comprei, vou comer. UM PEDAÇOOOOOOOOOOOOO. Meu, me senti tão no controle partindo o pedaço eu mesma. Comi quilos desse bolo quando tava com pneumonia. Aí, hoje fui lá e... Pedacinho. Ai, delícia! :D
South Beach ☸ FASE UM ☸ Dia 20/21 | Perfeito? 11/14 (24/04/10)
South Beach ☸ FASE UM ☸ Dia 21/21 | Perfeito? 11/14 (25/04/10)
Como hoje faço 21 dias de South Beach, mas ainda não completei duas semanas perfeitas da fase um (só 11 dias), vou prolongar por mais uma semana. Sussa. Vou tentar almoçar no Viena o máximo possível caso fique sem comida em casa ou tedioso, sem muita variedade.
Mas vem novidade por aí... Agora, já me sinto mais preparada e vai ser tudo de bom. Vai, sim! :D
Dessa vez, teria sido a mesma coisa, o mesmo cenário. Mas foi diferente. Meu presente é definitivamente melhor por dois motivos: estou mais fortalecida e estou fazendo novos amigos com quem já vi que posso contar. Não preciso mais ficar sozinha, envolta nos meus próprios pensamentos, justamente quando eles estão confusos e embaralhados por emoções negativas latentes, como decepção, dor e descrença.
Ju me colocou na prioridade da manhã, antes do pastel da feira! rs Absurdo como eu tô importante. :D Já tão gostosa quanto um pastel de queijo, fresquinho e de começo de feira, bem... Eu chego lá, né? ;)
Tati, perto de mim e pra mim, você nunca fala demais. Obrigada pela força e por acreditar em mim desde o começo.
Cintia, que caiu aqui pelo blog da Gabi, você não é a primeira. A Gabi manda muita gente pra cá, impressionante, não sei o que acontece, mas sempre vejo pelo FeedJit as pessoas chegando de lá. Deve ser uma coisa meio funilaria e pintura? Primeiro passa na Gabs, depois aqui? xD
Me enxergar como mulher... You are so right. Mas vai ser um processo longo, que está só começando...
Tatha, já tô de pé. ;)
Pessoa que deixou um comentário anônimo, o texto que você deixou pra eu ler foi de um alento incrível. Vou colocá-lo numa página especial. Muito obrigada mesmo!
Rhiana, já tá feito! Bem-vinda! :)
Ana Luisa, magricela e linda, amo que você me lê diariamente. Minha auto-estima vai lá em cima. rs Brigada, eu sei que vai passar... Já tá passando! ;)
Maíra, você tocou num ponto importante que tem a ver com minhas crenças pessoais e minha fé. Valeu por me lembrar. ACREDITO! Ah, e não teve porre, não... rs
Deise, me humilhar é que eu não vou, de jeito nenhum. Já fiz isso, admito, quando era mais nova. Hoje, felizmente, tenho uma cabeça melhor nesse aspecto.
Gabi, sou a maior ostra, não saio nunca, ainda mais numa situação dessas. rs Mas isso também tende a mudar... Se Deus quiser! :)
Bottom line: meu último movimento nessa história já está feito. E o tempo vai se encarregar de colocar cada um no seu lugar. Eu absolutamente não desejo alguém que não me ame e Deus sabe disso muito bem. So after dotting the i's and kicking the r's (tchau, querido, tá aqui sua ordem de despejo), let's move on, shall we?
No máximo, abro a porta, que não sou de fechar porta na cara de seu ninguém -- isso é princípio, já vim assim de fábrica. Mas, daqui pra frente, seu R. não passa da soleira. Meu coração pode ser grande e muito de Deus, mas não é pensão de beira de estrada: uns entram, outros não -- e quem tava dentro e perdeu o merecimento, bye. Só Deus, que é dono, pra abrir essa porta de novo.
Pode crer que eu tô bem inteira, cool and collected, pra poder fazer isso com bastante segurança, atendimento de soleira se for o caso. Isso porque o que vocês leram três dias atrás foi só uma confirmação, um golpe final. Mas eu já vinha sofrendo desde o início do ano, a conta-gotas e num crescendo. Por isso posso dizer que, agora, beijei a lona, mas saí andando.
Ai, chega. rs
Preciso avisar que ontem foi um perfect day, mas hoje não será. Motivo: fiquei com vontade louca de comer um pedaço de bolo de chocolate. Fui na padoca, comprei, vou comer. UM PEDAÇOOOOOOOOOOOOO. Meu, me senti tão no controle partindo o pedaço eu mesma. Comi quilos desse bolo quando tava com pneumonia. Aí, hoje fui lá e... Pedacinho. Ai, delícia! :D
South Beach ☸ FASE UM ☸ Dia 20/21 | Perfeito? 11/14 (24/04/10)
South Beach ☸ FASE UM ☸ Dia 21/21 | Perfeito? 11/14 (25/04/10)
Como hoje faço 21 dias de South Beach, mas ainda não completei duas semanas perfeitas da fase um (só 11 dias), vou prolongar por mais uma semana. Sussa. Vou tentar almoçar no Viena o máximo possível caso fique sem comida em casa ou tedioso, sem muita variedade.
Mas vem novidade por aí... Agora, já me sinto mais preparada e vai ser tudo de bom. Vai, sim! :D
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Cartas ao mar
Hoje é um dos dias mais tristes da minha vida. Meu coração, minha auto-estima, tudo que eu sou, tudo que eu mostrei de mim, tudo que eu dei (e, meu Deus, foi tanto), simplesmente declinado. "Não, obrigada". Declinado pra valer. Ela ganhou. Ela. Ela é mais bonita que eu? Não. Ela é mais inteligente que eu? Não. Ela é mais charmosa? Não. Ela tem meu humor, minha verve? Não. Então, como ela venceu? Simples: ela simplesmente venceu. Abriu as pernas e venceu. Provou que esperou e venceu. "Eu sabia que ela era especial," ele disse, "mas não sabia como eu ia me sentir ao vê-la." BULLSHIT! Eu sei aonde ela venceu. Foi na cama! Ele ficou impressionado. Se sentiu queridíssimo com aquilo! Então ele acha que pode construir um mundo inteiro juntos a partir de um lençol. E eu? Eu nada. Eu que cale a minha boca grande, eu que páre de falar tanto, de tentar conquistar o que não está e talvez nunca esteve disponível. Mas que culpa tenho eu? Não tenho, não planejei. Simplesmente me apaixonei. COMO NUNCA ANTES. Caí de amores de quatro, oito, doze e dezesseis. Meu Deus, e se eu rezar muito, mas muito mesmo, ainda vale rezar? Mas você não tá vendo tudo? É justo isso? Pai, como é possível?
Escolha que porre eu vou tomar hoje:
a) vodka
b) vinho
c) vodka e vinho
Especial. Sério mesmo? Nossa, eu tô impressionadíssima. ÀS VEZES, ESPECIAL TÁ DEBAIXO DO NARIZ E A GENTE NÃO VÊ.
Quem perdeu?
Escolha: a, b ou c. Porque hoje tem. HOJE TEM.
Vou pra facul. Atrasadíssima, mas vou. O que tem importância nesse momento? Nada. Depois que eu perdi assim, sinceramente, desse jeito, pra essa pessoa? NADA. Nem mesmo o fato de que a balança hoje anunciou 78,5kg. E DAÍ? Que importância tem isso? Nenhuma. Nada é importante diante de uma perda colossal. E eu nem consigo sentir nada. I'm numb. Foi tudo tão racional, frio, calculado, letra por letra. Eu sequer o reconheci. Não o reconheço.
Parece feitiço. Se eu acreditasse nessas coisas e vindo de onde vem -- todo mundo sabe a fama do voodoo haitiano... Mas, desculpe, não sou dessas. Eu sou carne e alma de Deus e essas coisas não chegam em mim. Beth disse quehoje amanhã é dia de São Jorge, não é? Feriado no Rio? Pois então, eu sou mais é de Jorge mesmo. Sou filha de Jorge, de Deus, da luz, sou filha do meu pai.
Deus há de me ajudar. E me fazer entender essas coisas. Por que Deus permitiu que eu me apaixonasse assim se não era pra ser? Quem perdeu? Quem ganhou? Por quê? Por que eu estou no meio disso? Por que entrei na vida dele pra sair assim? Por que isso foi permitido? Por que Deus não me parou?
Cartas ao mar. Só o sal pra curar uma decepção desse tamanho. Salga logo, pra estancar o sangue. Lava de uma vez. Me sinto oca.
Escolha que porre eu vou tomar hoje:
a) vodka
b) vinho
c) vodka e vinho
Especial. Sério mesmo? Nossa, eu tô impressionadíssima. ÀS VEZES, ESPECIAL TÁ DEBAIXO DO NARIZ E A GENTE NÃO VÊ.
Quem perdeu?
Escolha: a, b ou c. Porque hoje tem. HOJE TEM.
Vou pra facul. Atrasadíssima, mas vou. O que tem importância nesse momento? Nada. Depois que eu perdi assim, sinceramente, desse jeito, pra essa pessoa? NADA. Nem mesmo o fato de que a balança hoje anunciou 78,5kg. E DAÍ? Que importância tem isso? Nenhuma. Nada é importante diante de uma perda colossal. E eu nem consigo sentir nada. I'm numb. Foi tudo tão racional, frio, calculado, letra por letra. Eu sequer o reconheci. Não o reconheço.
Parece feitiço. Se eu acreditasse nessas coisas e vindo de onde vem -- todo mundo sabe a fama do voodoo haitiano... Mas, desculpe, não sou dessas. Eu sou carne e alma de Deus e essas coisas não chegam em mim. Beth disse que
Deus há de me ajudar. E me fazer entender essas coisas. Por que Deus permitiu que eu me apaixonasse assim se não era pra ser? Quem perdeu? Quem ganhou? Por quê? Por que eu estou no meio disso? Por que entrei na vida dele pra sair assim? Por que isso foi permitido? Por que Deus não me parou?
Cartas ao mar. Só o sal pra curar uma decepção desse tamanho. Salga logo, pra estancar o sangue. Lava de uma vez. Me sinto oca.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Só um encontro breve
Fui pra facul e adivinha se teve aula? Putz! >.< Mas não foi em vão, resolvi pendências enquanto meus caronas assistiam suas respectivas aulas.
Encontrei uma conhecida que não via há tempos. Já se formou, foi surpresa vê-la no campus. E como tava bonita. Pretinho impecável, lindamente maquiada, unhas lindas -- e eu aqui brincando de chicletes Adam's, no roxinho ainda! Unha curtinha e esmalte já começando a lascar. rs
Sabe quando você olha pra pessoa e pensa: "Você não é assim porque não quer"? Depois, pausa pra reflexão. E depois de ter me sentido meio sem jeito, fiquei de boa. Afinal, estou tentando fazer por onde.
Saudades dela. Nos dávamos bem. Além de bonitona, é inteligente horrores (é assistente de um prof. agora) tem senso de humor ótimo (parecido com o meu) e um coração árabe do tamanho do Maracanã (é assistente voluntária, não ganha um pvto pra estar lá toda segunda). Mas sempre a achei out of my league pra ser minha amiga. Quando eu digo que deixei (e ainda deixo) de viver um monte de coisas... Só por estar maxi fofa... Este é um caso típico e na esteira dele vem dezenas, porque me afastei de muitas pessoas e não me permiti cultivar novas amizades.
Não é culpa dos outros.
Sou eu.
Os outros chegam e eu me afasto, então eles também naturalmente respondem se afastando gradativamente.
Não é fácil pra mim constatar isso. É uma verdade dura de engolir.
Minha vida inteira eu fiz isso, agi desse jeito, em menor ou maior grau. Até os 16 anos é que eu era mais aberta, mais despachada, mais segura de mim e mais à vontade comigo mesma e com meu corpo. Depois disso, a coisa foi se agravando e fui me fechando como uma ostra, cada vez mais. Não posso culpar ninguém, as pessoas, nenhum fator externo. No fundo, no fundo, eu sei.
Mas antes tarde do que nunca. Aos poucos, esse isolamento, o que eu chamo de me trancar da vida, ele vai aos poucos se dissolvendo e me libertando. Taí, um sintoma psicológico da obesidade, afetando seriamente a vida diária, pra quem acha que é "só fechar a boca". É uma doença mesmo e as repercussões vão muito além da saúde física. Na verdade, acho as repercussões psicológicas as mais sérias e as mais difíceis de se lidar. Tem que reprogramar no cérebro, o centro das atitudes e da auto-imagem, uma série de coisas. Isso é terrivelmente mais difícil e doloroso do que uma aula power na academia ou do que perder 1kg.
Fim da sessão divã, vamos em frente!... :)
Não é culpa dos outros.
Sou eu.
Os outros chegam e eu me afasto, então eles também naturalmente respondem se afastando gradativamente.
Não é fácil pra mim constatar isso. É uma verdade dura de engolir.
Minha vida inteira eu fiz isso, agi desse jeito, em menor ou maior grau. Até os 16 anos é que eu era mais aberta, mais despachada, mais segura de mim e mais à vontade comigo mesma e com meu corpo. Depois disso, a coisa foi se agravando e fui me fechando como uma ostra, cada vez mais. Não posso culpar ninguém, as pessoas, nenhum fator externo. No fundo, no fundo, eu sei.
Mas antes tarde do que nunca. Aos poucos, esse isolamento, o que eu chamo de me trancar da vida, ele vai aos poucos se dissolvendo e me libertando. Taí, um sintoma psicológico da obesidade, afetando seriamente a vida diária, pra quem acha que é "só fechar a boca". É uma doença mesmo e as repercussões vão muito além da saúde física. Na verdade, acho as repercussões psicológicas as mais sérias e as mais difíceis de se lidar. Tem que reprogramar no cérebro, o centro das atitudes e da auto-imagem, uma série de coisas. Isso é terrivelmente mais difícil e doloroso do que uma aula power na academia ou do que perder 1kg.
Fim da sessão divã, vamos em frente!... :)
O conforto do náufrago
Hoje de madrugada, já quase duas da matina, ouvi no rádio algo extremamente intrigante que me deu um estalo e um tremendo de um chacoalhão. Vocês já ouviram falar no CONFORTO DO NÁUFRAGO? Sabem o que é isso? Pois eu também não sabia.
É muito simples: o navio afunda, todo mundo morre, você se salva, sai naquele desespero pelo mar infinito, até que encontra aquele caixotinho no meio do oceano e se segura nele com todas as suas forças. Naquele momento, você se torna UM NÁUFRAGO e o caixotinho é TUDO que você tem. Aliviado, você se dá por feliz. Afinal de contas, salvou sua vida! MAS E DEPOIS? Aí é que se dá o CONFORTO DO NÁUFRAGO: você permanece ali, agarrado ao caixotinho, e nada mais acontece. O que deveria ser apenas a sua tábua de salvação, uma situação provisória, passa a ser todo o seu mundo, porque você fica confortável ali. Incrível como a capacidade do ser humano de sobreviver e se adaptar pode se virar contra ele quando se transforma em conformismo e estagnação. E o medo?
Me dei conta que eu estava exatamente nessa situação. Pior ainda: pra tornar meu conforto de náufrago ainda mais aconchegante, quis o acaso que eu encontrasse um outro náufrago no meio do oceano. Aí é que me deixei ficar mesmo. Confortavelmente perdida e largada, com outro tão perdido e largado quanto eu! E mais: um que vinha de outro naufrágio e já estava naquela vidinha de se apegar ao caixotinho havia muito mais tempo que eu. Pronto, já viram o tamanho dessa encrenca?
É claro que estou falando da minha vida aqui, do exato momento de vida em que me encontrava até horas atrás. Vamos pensar nessa palavra metaforicamente, na força dessa palavra NÁUFRAGO? Meu Deus, que estalo que me deu, que tremendo SUSTO que eu levei! Imediatamente, comecei a dar braçadas vigorosas. Escutar essa história pelas ondas do rádio me serviu como a luz de um farol.
Braçadas vigorosas!
EU NÃO SOU MAIS NÁUFRAGO.
Obrigada, Vini França, lighthouse keeper!
(Ah e o outro náufrago, se quiser, que nade também!)
É muito simples: o navio afunda, todo mundo morre, você se salva, sai naquele desespero pelo mar infinito, até que encontra aquele caixotinho no meio do oceano e se segura nele com todas as suas forças. Naquele momento, você se torna UM NÁUFRAGO e o caixotinho é TUDO que você tem. Aliviado, você se dá por feliz. Afinal de contas, salvou sua vida! MAS E DEPOIS? Aí é que se dá o CONFORTO DO NÁUFRAGO: você permanece ali, agarrado ao caixotinho, e nada mais acontece. O que deveria ser apenas a sua tábua de salvação, uma situação provisória, passa a ser todo o seu mundo, porque você fica confortável ali. Incrível como a capacidade do ser humano de sobreviver e se adaptar pode se virar contra ele quando se transforma em conformismo e estagnação. E o medo?
Me dei conta que eu estava exatamente nessa situação. Pior ainda: pra tornar meu conforto de náufrago ainda mais aconchegante, quis o acaso que eu encontrasse um outro náufrago no meio do oceano. Aí é que me deixei ficar mesmo. Confortavelmente perdida e largada, com outro tão perdido e largado quanto eu! E mais: um que vinha de outro naufrágio e já estava naquela vidinha de se apegar ao caixotinho havia muito mais tempo que eu. Pronto, já viram o tamanho dessa encrenca?
É claro que estou falando da minha vida aqui, do exato momento de vida em que me encontrava até horas atrás. Vamos pensar nessa palavra metaforicamente, na força dessa palavra NÁUFRAGO? Meu Deus, que estalo que me deu, que tremendo SUSTO que eu levei! Imediatamente, comecei a dar braçadas vigorosas. Escutar essa história pelas ondas do rádio me serviu como a luz de um farol.
Braçadas vigorosas!
EU NÃO SOU MAIS NÁUFRAGO.
Obrigada, Vini França, lighthouse keeper!
(Ah e o outro náufrago, se quiser, que nade também!)
domingo, 4 de abril de 2010
Vou confessar que...
...engordei 1 quilo e 100 gramas. Ui! O primeiro momento engordativo no meio da RA a gente nunca esquece. rs Não me pesava desde o dia 16/02, então foi um preju até que modesto considerando-se que 47 dias se passaram, sendo quase três semanas com aquela pneumonia uó. Sem falar em mais pepino de ordem sentimentalóide-romântica que coincidiu. PUTZ! Desviei da RA até deixá-la de lado de vez. Sim, eu totalmente fiz isso. Mas agora a Páscoa fecha esse período. Dor estúpida, sai de mim! Sai, sai, sai! rs
QUERO A ALEGRIA DE ATUALIZAR MINHA BARRINHA DE PESAGEM PRA BAIXO OUTRA VEZ. Morar na casa dos 7! Até atualizei meu objetivo III na barra lateral. Não é mais 80kg. Agora, é 79kg. :D Peso atual: 83,2kg. E vamo que vamo! :D
Bom, outro assunto. Vocês me ajudam? Preciso fazer a transição pra um smartphone, esses celulares invocadinhos que acessam a internet. O problema, porém, NÃO é tanto escolher aparelho, mas QUANTO EU VOU GASTAR DEPOIS, principalmente porque hoje em dia não gasto quase nada com pré-pago. Alguém que já usa internet no celular (pré ou pós, tanto faz) pode me orientar a respeito e me contar como é pra você, quanto você gasta em média? Agradeço MUITO. :)
QUERO A ALEGRIA DE ATUALIZAR MINHA BARRINHA DE PESAGEM PRA BAIXO OUTRA VEZ. Morar na casa dos 7! Até atualizei meu objetivo III na barra lateral. Não é mais 80kg. Agora, é 79kg. :D Peso atual: 83,2kg. E vamo que vamo! :D
Bom, outro assunto. Vocês me ajudam? Preciso fazer a transição pra um smartphone, esses celulares invocadinhos que acessam a internet. O problema, porém, NÃO é tanto escolher aparelho, mas QUANTO EU VOU GASTAR DEPOIS, principalmente porque hoje em dia não gasto quase nada com pré-pago. Alguém que já usa internet no celular (pré ou pós, tanto faz) pode me orientar a respeito e me contar como é pra você, quanto você gasta em média? Agradeço MUITO. :)
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Quando eu usava M de grande
Outro dia tirei essa camisa do armário pra experimentar. Abafa a grife! Quem tem mais de 30, com certeza usou alguma ou várias camisas da Jeaneration. :) Então, faz tempo, hein? Bota (bem) mais de dez anos nisso.
Descobri que (óbvio) não estou cabendo numa camisa M enorme desse jeito. 58cm de largura. Isso multiplicado por dois pra pegar toda a circunferência de myself dá 116cm ao redor de mim e ainda assim é suficiente apenas pra fechar os botões apertadinho. Faz sentido, porque da última vez que tirei medidas, estava com 118cm de gestação de gulodices. >.< Sentar com essa camisa? Nem pensar. AINDA!
Portanto, não farei como muitas blogueiras que saíram comprando roupas em tamanhos menores pra servir de estímulo. Gente, não preciso! Eu lembro que essa camisa, esse generoso tamanho M, já coube folgadinho em mim. Essa era uma das minhas maiores camisas. E pra ficar no terreno das metas realistas, vou ficar MUITO FELIZ quando entrar nela de novo com folga suficiente pra vestir confortavelmente.
Quando eu conseguir, tenho peças bem mais femininas e bem menores no armário me esperando também, inclusive roupas que eu NUNCA usei de curtos períodos de magreza, porque saí animada comprando roupa nova e a magreza durou pouco. Sim, o famoso efeito sanfona! Quem nunca perdeu roupa por causa dele? Essa camisa pode parecer muito grande e sem graça, mas, acreditem, dentro de metas realistas e possíveis, ela serve e me cai como uma luva. Na casa dos 7, sei que vai rolar! :)
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