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domingo, 16 de fevereiro de 2014
Shut your pie hole
Não poderia chegar aos 40 sem ter sentido na pele o que isso significa. Eu, fidelíssima às palavras, tive que tomar ciência, antes, de quem as diz. Existem bocas que jamais deveriam ser abertas. Exceto, talvez, para recepcionar formigas.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Oh, the people balance
No, no, I haven't given up. It's just that I need more quality people in my life OR less trashy people. Either way it goes, it will promote a much needed balance, and I don't think I can go one tiny inch further without it.
Hard truth: nothing in life is achieved ALONE. That is an illusion. Unless, of course, you live on an island. I, most unfortunately, don't.
Pardon the english. I'll try to switch back to portuguese next time.
Diet secret: balance people in your life.
Without that, the emotional balance is compromised. Without emotional balance, the optimum health plate just goes to hell in favor of sugar, flour and all the comfort foods in the world. Emotional eating will always win.
As a side note, I'll say that's probably one of the few reasons why getting yourself locked in a spa can work wonders: you surround yourself with a variety of all the right people and get rid of all the bad fvcking mind fvckers.
Don't tell me you're unaffected by mind fvckers when you're subject to them on a daily basis. That is just not humanly possible. Or maybe you are an impenetrable emotional fortress with 100% efficacy! In which case, well, I guess I just basically hate you. But no offense. :)
Hard truth: nothing in life is achieved ALONE. That is an illusion. Unless, of course, you live on an island. I, most unfortunately, don't.
Pardon the english. I'll try to switch back to portuguese next time.
Diet secret: balance people in your life.
Without that, the emotional balance is compromised. Without emotional balance, the optimum health plate just goes to hell in favor of sugar, flour and all the comfort foods in the world. Emotional eating will always win.
As a side note, I'll say that's probably one of the few reasons why getting yourself locked in a spa can work wonders: you surround yourself with a variety of all the right people and get rid of all the bad fvcking mind fvckers.
Don't tell me you're unaffected by mind fvckers when you're subject to them on a daily basis. That is just not humanly possible. Or maybe you are an impenetrable emotional fortress with 100% efficacy! In which case, well, I guess I just basically hate you. But no offense. :)
terça-feira, 16 de abril de 2013
Pelas costas...
A gastroplastia inaugurou uma nova modalidade de falar pelas costas: falar bem.
-- Viu como fulana ficou bonita?
-- Ela fez gastroplastia.
-- É, mas deve ter feito mais alguma coisa depois...
-- Ficou super bonita.
-- Era bem, bem gorda.
-- Beeeeeeeeeeeeeeem gorda mesmo.
-- Ficou linda.
Papo de manicure.
A gastroplastia virou mesmo a dieta do século 21. Cai na faca e toca a vida. Quando chega na manicure, é o termômetro fato da massificação do procedimento. Dieta? Reeducação alimentar? Putz, coisa antiga... Hoje só fica refém dos dissabores do engorda-emagrece quem quer.
Mão feita: vermelho energia, Colorama.
-- Viu como fulana ficou bonita?
-- Ela fez gastroplastia.
-- É, mas deve ter feito mais alguma coisa depois...
-- Ficou super bonita.
-- Era bem, bem gorda.
-- Beeeeeeeeeeeeeeem gorda mesmo.
-- Ficou linda.
Papo de manicure.
A gastroplastia virou mesmo a dieta do século 21. Cai na faca e toca a vida. Quando chega na manicure, é o termômetro fato da massificação do procedimento. Dieta? Reeducação alimentar? Putz, coisa antiga... Hoje só fica refém dos dissabores do engorda-emagrece quem quer.
Mão feita: vermelho energia, Colorama.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Rehab emocional
Depois de passar exatamente um mês sem chocolate, de 28 de fevereiro a 28 de março, tive uma semana negra -- e nada doce, apesar de todo o chocolate que eu devorei.
Como diz a música, de escolha própria escolhi dar um pause na reeducação alimentar. Praticamente sem saladas ou frutas, praticamente só carboidratos com uma proteína do lado, e comendo muito, poucas vezes ao dia -- que é o que a maioria das pessoas faz, anyway, duas refeições ao dia, se tanto.
O bom foi descobrir que é muito chato. Faz falta a variedade da reeducação alimentar, faz falta comer pouco, mas o dia todo, faz falta me sentir bem.
Não me pesei, mas vou fazê-lo hoje.
Outra coisa que eu descobri: comer pra aplacar a fome emocional ou o stress? Também tá deixando de funcionar.
Situações, circunstâncias e problemas não vão mudar porque você come desesperadamente. Não é esse ato de comer que vai fazer qualquer diferença nas situações, circunstâncias e problemas. Outras coisas que você faça podem fazer diferença, mas, definitivamente, não é comer.
Comer pra aplacar a fome emocional ou o stress é uma fuga, uma perda de tempo (precioso), um engodo, um anestésico raso, fajuto.
E aquela sensação de alívio e calma, como se você tapasse um buraco com a comida, mesmo que só naquela hora, não senti tão fortemente dessa vez. Não rolou o efeito esperado, como esperado.
Vai ver, who knows, começam a operar em mim os efeitos de um rehab emocional que eu nem escolhi, mas ele me achou mesmo assim. Vai ver, who knows, eu subi de nível e nem percebi.
Será? O que eu faço nessa hora? Dou pra mim uma certeza que eu não posso garantir ou o benefício da dúvida que incomoda?
Adoraria ter certeza e dizer que já não era sem tempo. Mas eu não sei que tipo de emoções vão acordar com fome amanhã e nem como eu vou alimentá-las.
#seguevida
Buh-bye.
Como diz a música, de escolha própria escolhi dar um pause na reeducação alimentar. Praticamente sem saladas ou frutas, praticamente só carboidratos com uma proteína do lado, e comendo muito, poucas vezes ao dia -- que é o que a maioria das pessoas faz, anyway, duas refeições ao dia, se tanto.
O bom foi descobrir que é muito chato. Faz falta a variedade da reeducação alimentar, faz falta comer pouco, mas o dia todo, faz falta me sentir bem.
Não me pesei, mas vou fazê-lo hoje.
Outra coisa que eu descobri: comer pra aplacar a fome emocional ou o stress? Também tá deixando de funcionar.
Situações, circunstâncias e problemas não vão mudar porque você come desesperadamente. Não é esse ato de comer que vai fazer qualquer diferença nas situações, circunstâncias e problemas. Outras coisas que você faça podem fazer diferença, mas, definitivamente, não é comer.
Comer pra aplacar a fome emocional ou o stress é uma fuga, uma perda de tempo (precioso), um engodo, um anestésico raso, fajuto.
E aquela sensação de alívio e calma, como se você tapasse um buraco com a comida, mesmo que só naquela hora, não senti tão fortemente dessa vez. Não rolou o efeito esperado, como esperado.
Vai ver, who knows, começam a operar em mim os efeitos de um rehab emocional que eu nem escolhi, mas ele me achou mesmo assim. Vai ver, who knows, eu subi de nível e nem percebi.
Será? O que eu faço nessa hora? Dou pra mim uma certeza que eu não posso garantir ou o benefício da dúvida que incomoda?
Adoraria ter certeza e dizer que já não era sem tempo. Mas eu não sei que tipo de emoções vão acordar com fome amanhã e nem como eu vou alimentá-las.
#seguevida
Buh-bye.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Fermento do emagrecimento
Tem um ingrediente do emagrecimento que, me dei conta, é o fermento da receita de sucesso: PA-CI-ÊN-CIA.
Paciência pra tudo: pra ver os quilos secando dia a dia, sem se deixar perturbar pelos abalos sísmicos de corpo de mulher; pra não deixar de comer quando você tá sem vontade (calorão); pra não ficar comendo sempre a mesma coisa por pura preguiça, cansar e cair de boca em qualquer porcaria com aquele exagero típico de quem "tava precisando"; pra desabvndar, levantar da bvnda, se mexer, desapegar do sofá e adjacências.
É um dia a dia que coloca em xeque a paciência de qualquer par de peitos. Não é que a recompensa tá muito lá na frente, é que ela desliza suave, bem diante dos olhos. Tem que ter paciência pra ver a leveza acontecer, porque ela é sutil e cumulativa.
Acho que paciência pra mim é o mais difícil, essa coisa do dia a dia, que tá super junto com quebrar o hábito da gratificação instantânea com comida.
Queria saber como é isso pras gastroplastizadas, se a operação afeta esse elemento da paciência e também da gratificação, principalmente no começo, no pós-operatório, em comparação às tentativas anteriores de emagrecimento. Eis uma coisa (entre tantas) que tenho curiosidade de saber...
Meu peso hoje: 81,9kg.
Vou mexer o bvndovsky e continuar comendo direito pra chegar ao fim do mês com 80kg.
Falando em bvndovsky, não sei se já comentei isso, mas a Atlética, minha esteira, fica na sala, onde também tem uma TV. Não estou gostando mais desse arranjo, porque dá vontade de ficar é no sofá mesmo, bem abvndada... Mas não tem outro lugar pra Atlética.
Alguém aí faz body moving em casa? O que você usa -- esteira, bike, máquina mortífera -- e como é o seu ambiente?
Paciência pra tudo: pra ver os quilos secando dia a dia, sem se deixar perturbar pelos abalos sísmicos de corpo de mulher; pra não deixar de comer quando você tá sem vontade (calorão); pra não ficar comendo sempre a mesma coisa por pura preguiça, cansar e cair de boca em qualquer porcaria com aquele exagero típico de quem "tava precisando"; pra desabvndar, levantar da bvnda, se mexer, desapegar do sofá e adjacências.
É um dia a dia que coloca em xeque a paciência de qualquer par de peitos. Não é que a recompensa tá muito lá na frente, é que ela desliza suave, bem diante dos olhos. Tem que ter paciência pra ver a leveza acontecer, porque ela é sutil e cumulativa.
Acho que paciência pra mim é o mais difícil, essa coisa do dia a dia, que tá super junto com quebrar o hábito da gratificação instantânea com comida.
Queria saber como é isso pras gastroplastizadas, se a operação afeta esse elemento da paciência e também da gratificação, principalmente no começo, no pós-operatório, em comparação às tentativas anteriores de emagrecimento. Eis uma coisa (entre tantas) que tenho curiosidade de saber...
Meu peso hoje: 81,9kg.
Vou mexer o bvndovsky e continuar comendo direito pra chegar ao fim do mês com 80kg.
Falando em bvndovsky, não sei se já comentei isso, mas a Atlética, minha esteira, fica na sala, onde também tem uma TV. Não estou gostando mais desse arranjo, porque dá vontade de ficar é no sofá mesmo, bem abvndada... Mas não tem outro lugar pra Atlética.
Alguém aí faz body moving em casa? O que você usa -- esteira, bike, máquina mortífera -- e como é o seu ambiente?
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Diálogos impertinentes
Barriga, você tá menorzinha?Não sei, você tá mais míope?
Ih, tá impertinente hoje, hein?
Claro! Você me deixou na mão ontem.
Oi?
Deixou, sim! Não comeu direito e não foi lá, fazer seu body moving do dia.
Barriga, tá dando linha cruzada com a consciência...
Engano seu. We are BFFs now...
Putz, tô bem servida!
Você não vai tomar banho, não? E fazer seu body moving?
Vou. Agorinha já.
E vai comer o que depois?
Tô salivando por uma pizza de atum! De frigideira, sabe aquela com massa integral bem fininha e bastante recheio?
Oba! Faz tempo que não vejo atum por aqui!
Não é? Vamos! Vamos tomar banho frio pra dar coragem... rs
Onde estão meus pássaros?
Tá difícil escrever. Um monte de coisas no rascunho. Estou escrevendo como se estivesse trabalhando, e isso é invasão de território. Tá difícil tirar essa pele, essa pele-escafandro.
Prefiro, quero, procuro horizontes claros. Não sei o que está diante de mim agora e isso me deixa apreensiva.
^ Me sinto assim, como nessa cena. ^
Alguém já viu esse filme? Chama-se "The Way Back" -- no Brasil, "Caminho da Liberdade". Mas a cena não tá completa. A parte que eu realmente gosto não aparece nesse trecho, é loguinho depois.
Enquanto eles caminham incrédulos e hesitantes em direção às árvores que avistam no horizonte, sem saber se é só uma miragem ou se ali pode ter água mesmo, um deles diz assim:
"Mirages don't have birds".
Onde estão meus pássaros? Preciso vê-los...
Prefiro, quero, procuro horizontes claros. Não sei o que está diante de mim agora e isso me deixa apreensiva.
^ Me sinto assim, como nessa cena. ^
Alguém já viu esse filme? Chama-se "The Way Back" -- no Brasil, "Caminho da Liberdade". Mas a cena não tá completa. A parte que eu realmente gosto não aparece nesse trecho, é loguinho depois.
Enquanto eles caminham incrédulos e hesitantes em direção às árvores que avistam no horizonte, sem saber se é só uma miragem ou se ali pode ter água mesmo, um deles diz assim:
"Mirages don't have birds".
Onde estão meus pássaros? Preciso vê-los...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Cerejas, muito além da doçura
As cerejas estão impossivelmente doces e baratas. Eu costumo não sair muito do lugar comum quando o assunto é fruta (me apego às polpas congeladas, que são mais práticas e não estragam), mas tô adorando colher algumas cerejinhas pelo caminho, ainda mais depois de saber como elas são amigas do emagrecimento.
Um saquinho de 300g de cereja, paguei R$ 5,80. E, pra mim, vai render vários dias. Uma dica é dar uma apalpadinha de leve e conferir o aspecto da casca pra ver se ela não tá muito madura, porque, se tiver, vai ter que comer ultra rápido, mesmo deixando na geladeira.
Isso significa que uma cereja, apesar de grande e carnuda, não tem mais do que 5 calorias. Heavenly! :)
O que eu comi hoje ♥ 074
Carbos complexos: check
Proteínas magras: check
Gorduras do bem: check
Laticínios magros: check
Alimentos funcionais: check! :)
Deve ter coisas faltando aí e, se bobear, tem até algum excesso. Mas como eu não sou nutricionista, não tem como eu dar esse carimbo de aprovação, óbvio. Confesso que eu não olho muito na hora, não, é meio "o que eu quero comer, o que tem pra hoje, o que eu posso comer agora". Só vou perceber se eu comi bem depois, quando venho postar aqui no blog.
Quando eu vejo um dia bom assim, acho atípico, embora não seja. O que me deixa satisfeita nem são esses "check, check, check", mas como eu me sinto e como isso se reflete à mesa.
É este o meu ponto crítico e não é segredo: tá aqui escancarado pra todo mundo ver... I am an emotional eater, after all.
Emoções sob controle = equilíbrio à mesa. Ésimples assim. O sucesso do meu emagrecimento, eu sei, está menos ligado aos aspectos nutricionais e mais aos emocionais, porque são as emoções que me demandam o maior esforço e atenção, não é o que eu ponho no prato.
Um saquinho de 300g de cereja, paguei R$ 5,80. E, pra mim, vai render vários dias. Uma dica é dar uma apalpadinha de leve e conferir o aspecto da casca pra ver se ela não tá muito madura, porque, se tiver, vai ter que comer ultra rápido, mesmo deixando na geladeira.
Pequena notável
Além de saborosa, a cereja possui uma composição nutricional incrível, sendo capaz de fornecer ao organismo carboidrato, lipídeo, proteína, fibra, cálcio, fósforo, ferro, vitamina A, C, B1, B2, niacina e flavonóides.
Os carboidratos presentes na fruta são do tipo complexo, o que favorece a manutenção da carga glicêmica baixa da fruta (CG= 7). Isto significa que os açúcares da fruta serão absorvidos pelo organismo de forma bem lenta, mantendo sua glicemia constante, diminuindo a inflamação e controlando a sensação de fome.
Suas fibras contêm pectina, que apresenta efeito laxativo capaz de evitar a obstipação instestinal. A cereja possui ainda ácidos naturais, como: ácido salicílico, que possui efeito antiinflamatório; ácido málico, que confere sabor levemente ácido à fruta. Contém ainda enxofre, um mineral necessário para evitar problemas cardiovasculares e inibir o efeito nocivo proporcionado pelos radicais livres.
Apesar dos benefícios, quando consumida excessivamente (200 a 300 gramas por dia), pode favorecer o surgimento de problemas estomacais, uma vez que a mesma atua na estimulação das glândulas digestivas.
Nutrientes: rica em vitamina C, acido fólico, betacaroteno, cálcio, potássio, magnésio, fósforo e flavonóides.
Propriedades: ajuda a fortalecer o sistema imunológico e é antioxidante, auxiliando no combate aos radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento).
Valor energético: 63 calorias a cada 100g de cereja (1 unidade tem aproximadamente 7g).
Fontes: Nutrição em Foco e Corpo a Corpo
Isso significa que uma cereja, apesar de grande e carnuda, não tem mais do que 5 calorias. Heavenly! :)
O que eu comi hoje ♥ 074
- chá verde
- meio sanduba quente (pão light 7 grãos, creme de ricota light e 2 fatias de queijo branco light), uma pera e um iogurte zero de graviola com chia
- chá verde
- arroz integral, hambúrguer de soja e salada (tomate, cebola e uma fatia de queijo branco light)
- uma porção de manga e 2 castanhas do Pará
- chá verde
- salada (alface, tomate, pepino japonês, uma fatia de queijo branco light e meia latinha de sardinha)
- 6 cerejas, uma noz, um punhado de amêndoas, 2 damascos secos com cobertura de chocolate e um picolé de banana (130 cal)
Carbos complexos: check
Proteínas magras: check
Gorduras do bem: check
Laticínios magros: check
Alimentos funcionais: check! :)
Deve ter coisas faltando aí e, se bobear, tem até algum excesso. Mas como eu não sou nutricionista, não tem como eu dar esse carimbo de aprovação, óbvio. Confesso que eu não olho muito na hora, não, é meio "o que eu quero comer, o que tem pra hoje, o que eu posso comer agora". Só vou perceber se eu comi bem depois, quando venho postar aqui no blog.
Quando eu vejo um dia bom assim, acho atípico, embora não seja. O que me deixa satisfeita nem são esses "check, check, check", mas como eu me sinto e como isso se reflete à mesa.
É este o meu ponto crítico e não é segredo: tá aqui escancarado pra todo mundo ver... I am an emotional eater, after all.
Emoções sob controle = equilíbrio à mesa. É
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Whirlwind on my mind
Whirlwind on my mind: acho eu que estou amadurecendo o crescimento de 2012. O ano passado (minto, o último ano e meio) foi cai e levanta by the minute, de muita bvnda no chão e queixo pra cima. Dá uma polida no diamante. Mas dá um trampo, um cansaço, e só agora estou conseguindo organizar tudo com clareza (tanto quanto meus olhos alcançam) e tranquilidade (no mexican drama).
Só que nesses dias minhas fotos do food journal vão se acumulando no celular. Nada que alguns posts retrô não resolvam.
O bom de concluir esses pequenos processos de reflexão é que eu fico renovada pra dar mais um passo adiante. E aconteceu algo realmente sensacional. More later.
Só que nesses dias minhas fotos do food journal vão se acumulando no celular. Nada que alguns posts retrô não resolvam.
O bom de concluir esses pequenos processos de reflexão é que eu fico renovada pra dar mais um passo adiante. E aconteceu algo realmente sensacional. More later.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O que eu comi hoje ★ 045
- chá verde
- torrada de pão integral light com requeijão light, iogurte light de morango e um pêssego
- chá verde
- arroz integral, salmão e salada (alface, tomate, cebola, pepino japonês)
- 2 fatias de panettone de mousse de chocolate Kopenhagen (770 cal)
- chá verde
- omelete (um ovo, uma fatia de queijo branco light, uma fatia de presunto sem gordura)
- 6 pedaços de chocolate com frutas cristalizadas
- uma taça de espumante italiano
- um punhado de amêndoas
- um punhado de castanhas de caju
Exagerei no panettone e comi chocolate muito além da conta. :( Se não tivesse essas guloseimas natalinas, obviamente que eu teria comido outras coisas pra aplacar a ansiedade.
Que coisas? Sei lá, provavelmente um combo giant qualquer, tipo sanduba + maçã + barra de cereal + picolé. Tudo isso não teria dado as 770 calorias do panettone, teria sobrado calorias e sido bem melhor em nutrientes, apesar do açúcar.
Até Trident eu tentei, pra mastigar alguma coisa vigorosamente, mas não adiantou. Eu tenho a porr4 do centro emocional entre os dentes, entranhado nas papilas gustativas, arraigado na saliva. A cada mastigada, é um pouco de emoção que é liberada e eu vou ficando mais tranquila.
É óbvio que eu tenho que encontrar um outro jeito de liberar essa ansiedade e quaisquer outras emoções. A solução está bem no meio da minha sala, ao meu alcance 24 horas por dia: é a Atlética. Ela sabe, eu sei.
domingo, 16 de dezembro de 2012
121212
Às vezes eu acho que o problema não é o que a gente deseja, mas quem conhece os nossos desejos. É muito fácil deixá-los sair pela boca, pela via espontânea da credulidade e inocência. O perigo é em quais ouvidos eles chegam.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Balança, mas não cai
Ticker Factory voltou ao normal. Atualizei.
88kg.
Não é lá essas coisas, mas é menos que antes. E é importante (pra mim) manter um histórico. Eu balanço, mas não caio. Sigo em frente.
Ainda tem várias guloseimas da cesta de Natal aqui, mas acho que já comi o suficiente pra dar de ombros e comer mais esporadicamente, menos. Panettone? Não vai rolar. Sem vontade.
Na véspera do Ano Novo, vou me pesar e tirar medidas de novo.
Quanto mais a maturidade chega, mais eu realizo o quanto eu sempre me achei muito mais gorda do que realmente estava. Body dysmorphia no último grau, quando eu nem sabia o que era isso porque não tinha internet ou qualquer outro canal pra eu sequer saber que o que eu sentia tinha nome.
Resultado de pessoas te tacharem de gorda muito cedo e na infância ainda... Quando, de fato, você era perfeitamente bonita e saudável. Aí, décadas depois, você consegue ver a raiz das coisas, aonde tudo começou.
Comigo, foi no ballet. Na dança, onde eu me sentia realmente bela e livre.
Pra minha professora de ballet, de quem eu não guardo o menor rancor, diga-se de passagem, eu diria, hoje, se pudesse vê-la: "Eu não era gorda. Você é que era uma imbecil com a sua vara de bambu".
88kg.
Não é lá essas coisas, mas é menos que antes. E é importante (pra mim) manter um histórico. Eu balanço, mas não caio. Sigo em frente.
Ainda tem várias guloseimas da cesta de Natal aqui, mas acho que já comi o suficiente pra dar de ombros e comer mais esporadicamente, menos. Panettone? Não vai rolar. Sem vontade.
Na véspera do Ano Novo, vou me pesar e tirar medidas de novo.
Quanto mais a maturidade chega, mais eu realizo o quanto eu sempre me achei muito mais gorda do que realmente estava. Body dysmorphia no último grau, quando eu nem sabia o que era isso porque não tinha internet ou qualquer outro canal pra eu sequer saber que o que eu sentia tinha nome.
Resultado de pessoas te tacharem de gorda muito cedo e na infância ainda... Quando, de fato, você era perfeitamente bonita e saudável. Aí, décadas depois, você consegue ver a raiz das coisas, aonde tudo começou.
Comigo, foi no ballet. Na dança, onde eu me sentia realmente bela e livre.
Pra minha professora de ballet, de quem eu não guardo o menor rancor, diga-se de passagem, eu diria, hoje, se pudesse vê-la: "Eu não era gorda. Você é que era uma imbecil com a sua vara de bambu".
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Under the weather -- no more!
Oi. Eu começo a escrever esse post às 22h04 e vou tentar ser breve. Eu vim aqui dar uma satisfação. Ah, vim. Isso apesar de que um amigo (recente) volta e meia me diz: "Ah, pára de se explicar"! Mas eu tinha que dar uma satisfação pela ausência prolongada. Satisfação implica consideração pelos outros e é isso o que eu tô fazendo. Pelo menos nove pessoas seguem esse blog. E pode ser que haja outras dezoito ou quatro que não seguem, mas passam por aqui. Isso pra mim é o suficiente.
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
- chocolate com 60% de cacau ou mais
- bala de iogurte em vez de bala toffee (com gordura trans)
- cookies integrais diet e light
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
É bom que se saiba que...
Sim, estou com problemas, mas quem não os têm? Sim, estão atrapalhando meu querer blogar diariamente. E esse blog eu fiz justamente pra não tirar o foco de mim mesma, do que é bom pra mim. Não coloquei "tous les jours" no nome à toa. É uma mensagem pra mim mesma, pra eu olhar pra ela todos os dias e não me esquecer. Alguns dias de ausência significa, portanto, que meu foco não estava onde deveria estar.
Mas já fiz a rotatória. Estou aqui.
E qualquer um que tenha um coração no peito há de me entender.
Joan Osborne - Sweeter than the rest
E voltando ao nosso assunto, por incrível que pareça, tenho comido direitinho, sim. E não sucumbi à tentação de ligar pro The Fifties dia desses e pedir um "lanchinho": Pic Burger, Tradicional Fifties, fritas e um refri light. Quantas calorias tem tudo isso? Valha-me Deus, não sei, chuto por alto umas duas mil ou quase lá. LANCHINHO! Mas quantas vezes eu almocei ou jantei isso não muito tempo atrás? DIVERSAS. Preciso adicionar fotos disso na minha boîte noire. Putz... rs (Done! Não comi, não comi, não comi! rs) Pequenas vitórias, todos os dias! :D
Ironicamente, descobri que o meu pedido básico é favorito de muitas outras pessoas que freqüentam o lugar ou têm caso de amor com o delivery. E sabe o que mais? É coisa de gordo, mesmo! rs Desculpa, João, mas não deu, tá? rs De boa... ;)
Mas já fiz a rotatória. Estou aqui.
E qualquer um que tenha um coração no peito há de me entender.
Joan Osborne - Sweeter than the rest
E voltando ao nosso assunto, por incrível que pareça, tenho comido direitinho, sim. E não sucumbi à tentação de ligar pro The Fifties dia desses e pedir um "lanchinho": Pic Burger, Tradicional Fifties, fritas e um refri light. Quantas calorias tem tudo isso? Valha-me Deus, não sei, chuto por alto umas duas mil ou quase lá. LANCHINHO! Mas quantas vezes eu almocei ou jantei isso não muito tempo atrás? DIVERSAS. Preciso adicionar fotos disso na minha boîte noire. Putz... rs (Done! Não comi, não comi, não comi! rs) Pequenas vitórias, todos os dias! :D
Ironicamente, descobri que o meu pedido básico é favorito de muitas outras pessoas que freqüentam o lugar ou têm caso de amor com o delivery. E sabe o que mais? É coisa de gordo, mesmo! rs Desculpa, João, mas não deu, tá? rs De boa... ;)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Bad Bella!
Confesso que ontem à noite sucumbi ao que é, possivelmente, um dos melhores croissants de chocolate desta cidade. o_O Sim, confessar é preciso. Não pela culpa, mas pelo inusitado total do acontecimento. Croissant não faz parte do meu menu. Eu sei o que vai naquela massa. Nunca me apeteceu especialmente e ainda menos depois que soube como era gordurosa. Então por que eu comi? Mistério. Talvez porque nunca tenha experimentado e vejo esse croissant todo santo dia faz três anos. Tô achando que foi curiosidade mesmo. É gigante. Mas, céus, que chocolate é aquele? É muito bom. Mas aquilo ali você come e cai dura depois de overdose de carbo e açúcar. Dá pra comer em duas pessoas tranqüilamente. Bad Bella? Sei lá o que me deu! Ou... Até sei... Talvez?... Hmmm... Isso, sim, seria inconfessável. Então aqui termina esse post e amém pro croissant de chocolate do Benjamin Abrahão. Agora, sério, pro bem da humanidade at large, por que não pode existir uma versão mini mini super mini, hein?
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
The good, the bad and the ugly
The good: arroz integral, lentilha, bife grelhado, verdura cozida (não me pergunte qual), salada de tomate e cebola, nozes, melão, iogurte natural com mel, salada de fruta, chá branco.
The bad: pão francês com requeijão light, prestígio, quadrado de calabreza.
The ugly: mais meio pão francês com requeijão light, outro sanduíche de requeijão light só que dessa vez com pão light (porque o francês tinha acabado), mais um mini prestígio.
-- Por que você comeu de novo duas coisas que já tinha comido?
Porque eu tava ansiosa.
-- Por que você comeu pão francês?
Não foi nem vontade. Não tava saboroso. Comi porque tava na frente e eu tava ansiosa.
-- Porque você comeu três sanduíches de requeijão? Eu posso saber?
Pode. Porque eu tava AN-SI-O-SA.
-- Resolveu?
Não.
-- É um monstro?
É, eu sei... É!
-- Tá, mas... E agora? O que você quer fazer com ele?
Preciso dominar isso. Seriamente preciso. Me ajuda?
-- Ajudo.
The bad: pão francês com requeijão light, prestígio, quadrado de calabreza.
The ugly: mais meio pão francês com requeijão light, outro sanduíche de requeijão light só que dessa vez com pão light (porque o francês tinha acabado), mais um mini prestígio.
-- Por que você comeu de novo duas coisas que já tinha comido?
Porque eu tava ansiosa.
-- Por que você comeu pão francês?
Não foi nem vontade. Não tava saboroso. Comi porque tava na frente e eu tava ansiosa.
-- Porque você comeu três sanduíches de requeijão? Eu posso saber?
Pode. Porque eu tava AN-SI-O-SA.
-- Resolveu?
Não.
-- É um monstro?
É, eu sei... É!
-- Tá, mas... E agora? O que você quer fazer com ele?
Preciso dominar isso. Seriamente preciso. Me ajuda?
-- Ajudo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Me liberta!
Ontem no final da tarde tive uma crise de ansiedade e acabei comendo uma coisa horrível que eu nem gosto de um lugar horrível que eu nem gosto -- mas era perto do hospital... Uma palavra resume tudo: desespero. O desespero de eu querer me libertar de mim mesma e não conseguir.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
O pior vilão
Descobri que meu maior problema não é a comida. É o stress. Qual é a cara do stress? Como reconhecê-lo pra que eu possa combatê-lo? Aí é que a coisa pega, porque o stress está em todo lugar, principalmente em situações e pessoas das quais não posso correr ou fugir. Então o jeito é aprender a lidar com elas. Como? O remédio é aqui, é dentro de mim, é na REAÇÃO. Eliminar as fontes de stress, todas elas, não posso. Mas posso, sim, mudar a maneira como eu reajo a elas. Muito mais difícil do que deixar de comer isso ou aquilo, mas não impossível. É questão de treino.
Xô, stress!
Até pouco tempo se acreditava que o estresse era usado por muitos como desculpa para o aumento de peso. A novidade, no entanto, é que pesquisas recentes comprovaram que ele realmente pode engordar. E o mecanismo é simples: basta estar diante de uma forte tensão - provocada por acúmulo de trabalho, trânsito caótico, discussão em casa - para uma vontade incontrolável de comer se fazer presente, especialmente carboidratos e gorduras não saudáveis, pois oferecem energia com maior rapidez. Em altos níveis, sobretudo, o estresse provoca uma pane interna no sistema orgânico. As glândulas suprarrenais, por exemplo, aquelas situadas sobre os rins, liberam os hormônios adrenalina e cortisol, que em excesso geram mau humor, ansiedade e irritabilidade.
O estresse também faz que o fígado libere mais glicose no sangue. Consequentemente, há um aumento de insulina (hormônio sintetizado no pâncreas) para que o excesso de glicose possa ser absorvido pela células. Em grande quantidade, a insulina, por sua vez, estimula o organismo a estocar gordura, além de favorecer os inchaços. Para evitar todo este desequilíbrio, o melhor é adotar hábitos saudáveis e investir em atividades relaxantes. A atividade física também é um santo remédio, pois ajuda a liberar endorfinas, substâncias que nos dão a sensação de bem-estar. Quanto aos alimentos, tenha sempre à mão produtos de baixas calorias e pouca gordura e uma garrafinha de água. Assim, você não tem desculpa para recorrer a alimentos pouco saudáveis na hora da tensão.
- Dieta Já, junho de 2009
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