No, no, I haven't given up. It's just that I need more quality people in my life OR less trashy people. Either way it goes, it will promote a much needed balance, and I don't think I can go one tiny inch further without it.
Hard truth: nothing in life is achieved ALONE. That is an illusion. Unless, of course, you live on an island. I, most unfortunately, don't.
Pardon the english. I'll try to switch back to portuguese next time.
Diet secret: balance people in your life.
Without that, the emotional balance is compromised. Without emotional balance, the optimum health plate just goes to hell in favor of sugar, flour and all the comfort foods in the world. Emotional eating will always win.
As a side note, I'll say that's probably one of the few reasons why getting yourself locked in a spa can work wonders: you surround yourself with a variety of all the right people and get rid of all the bad fvcking mind fvckers.
Don't tell me you're unaffected by mind fvckers when you're subject to them on a daily basis. That is just not humanly possible. Or maybe you are an impenetrable emotional fortress with 100% efficacy! In which case, well, I guess I just basically hate you. But no offense. :)
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Rehab emocional
Depois de passar exatamente um mês sem chocolate, de 28 de fevereiro a 28 de março, tive uma semana negra -- e nada doce, apesar de todo o chocolate que eu devorei.
Como diz a música, de escolha própria escolhi dar um pause na reeducação alimentar. Praticamente sem saladas ou frutas, praticamente só carboidratos com uma proteína do lado, e comendo muito, poucas vezes ao dia -- que é o que a maioria das pessoas faz, anyway, duas refeições ao dia, se tanto.
O bom foi descobrir que é muito chato. Faz falta a variedade da reeducação alimentar, faz falta comer pouco, mas o dia todo, faz falta me sentir bem.
Não me pesei, mas vou fazê-lo hoje.
Outra coisa que eu descobri: comer pra aplacar a fome emocional ou o stress? Também tá deixando de funcionar.
Situações, circunstâncias e problemas não vão mudar porque você come desesperadamente. Não é esse ato de comer que vai fazer qualquer diferença nas situações, circunstâncias e problemas. Outras coisas que você faça podem fazer diferença, mas, definitivamente, não é comer.
Comer pra aplacar a fome emocional ou o stress é uma fuga, uma perda de tempo (precioso), um engodo, um anestésico raso, fajuto.
E aquela sensação de alívio e calma, como se você tapasse um buraco com a comida, mesmo que só naquela hora, não senti tão fortemente dessa vez. Não rolou o efeito esperado, como esperado.
Vai ver, who knows, começam a operar em mim os efeitos de um rehab emocional que eu nem escolhi, mas ele me achou mesmo assim. Vai ver, who knows, eu subi de nível e nem percebi.
Será? O que eu faço nessa hora? Dou pra mim uma certeza que eu não posso garantir ou o benefício da dúvida que incomoda?
Adoraria ter certeza e dizer que já não era sem tempo. Mas eu não sei que tipo de emoções vão acordar com fome amanhã e nem como eu vou alimentá-las.
#seguevida
Buh-bye.
Como diz a música, de escolha própria escolhi dar um pause na reeducação alimentar. Praticamente sem saladas ou frutas, praticamente só carboidratos com uma proteína do lado, e comendo muito, poucas vezes ao dia -- que é o que a maioria das pessoas faz, anyway, duas refeições ao dia, se tanto.
O bom foi descobrir que é muito chato. Faz falta a variedade da reeducação alimentar, faz falta comer pouco, mas o dia todo, faz falta me sentir bem.
Não me pesei, mas vou fazê-lo hoje.
Outra coisa que eu descobri: comer pra aplacar a fome emocional ou o stress? Também tá deixando de funcionar.
Situações, circunstâncias e problemas não vão mudar porque você come desesperadamente. Não é esse ato de comer que vai fazer qualquer diferença nas situações, circunstâncias e problemas. Outras coisas que você faça podem fazer diferença, mas, definitivamente, não é comer.
Comer pra aplacar a fome emocional ou o stress é uma fuga, uma perda de tempo (precioso), um engodo, um anestésico raso, fajuto.
E aquela sensação de alívio e calma, como se você tapasse um buraco com a comida, mesmo que só naquela hora, não senti tão fortemente dessa vez. Não rolou o efeito esperado, como esperado.
Vai ver, who knows, começam a operar em mim os efeitos de um rehab emocional que eu nem escolhi, mas ele me achou mesmo assim. Vai ver, who knows, eu subi de nível e nem percebi.
Será? O que eu faço nessa hora? Dou pra mim uma certeza que eu não posso garantir ou o benefício da dúvida que incomoda?
Adoraria ter certeza e dizer que já não era sem tempo. Mas eu não sei que tipo de emoções vão acordar com fome amanhã e nem como eu vou alimentá-las.
#seguevida
Buh-bye.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Under the weather -- no more!
Oi. Eu começo a escrever esse post às 22h04 e vou tentar ser breve. Eu vim aqui dar uma satisfação. Ah, vim. Isso apesar de que um amigo (recente) volta e meia me diz: "Ah, pára de se explicar"! Mas eu tinha que dar uma satisfação pela ausência prolongada. Satisfação implica consideração pelos outros e é isso o que eu tô fazendo. Pelo menos nove pessoas seguem esse blog. E pode ser que haja outras dezoito ou quatro que não seguem, mas passam por aqui. Isso pra mim é o suficiente.
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
- chocolate com 60% de cacau ou mais
- bala de iogurte em vez de bala toffee (com gordura trans)
- cookies integrais diet e light
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Bad Bella!
Confesso que ontem à noite sucumbi ao que é, possivelmente, um dos melhores croissants de chocolate desta cidade. o_O Sim, confessar é preciso. Não pela culpa, mas pelo inusitado total do acontecimento. Croissant não faz parte do meu menu. Eu sei o que vai naquela massa. Nunca me apeteceu especialmente e ainda menos depois que soube como era gordurosa. Então por que eu comi? Mistério. Talvez porque nunca tenha experimentado e vejo esse croissant todo santo dia faz três anos. Tô achando que foi curiosidade mesmo. É gigante. Mas, céus, que chocolate é aquele? É muito bom. Mas aquilo ali você come e cai dura depois de overdose de carbo e açúcar. Dá pra comer em duas pessoas tranqüilamente. Bad Bella? Sei lá o que me deu! Ou... Até sei... Talvez?... Hmmm... Isso, sim, seria inconfessável. Então aqui termina esse post e amém pro croissant de chocolate do Benjamin Abrahão. Agora, sério, pro bem da humanidade at large, por que não pode existir uma versão mini mini super mini, hein?
sábado, 24 de outubro de 2009
Coração também faz RA
Semaninha extremamente difícil, mais no front pessoal que em outros.
Preciso de ar, não agüento mais, OMG e etc.
Como isso repercute no meu emagrecimento? Felizmente, não muito. Já tô aprendendo a não comer as minhas desventuras, graças a Deus. Noutros tempos teria caído de boca no sorvetão, no pão doce, no chocolate... E um por lágrima ou chateação, literalmente. Uma mordida por cada "go fvck yourself" que não posso dizer. Mas hoje isso já não acontece mais desse jeito! Não, não... É menos, bem menos. :)
Contabilidade da semana foi dois bauruzinhos light. Nome bom, né? rs Mas não me engano. O light é porque é feito com peito de peru (em vez de presunto) e tem um toquezinho de catupiry. É uma delícia? É. Naquele momento? Foi. E PRONTO. Drama-free. Guilty-free. Prazer da comida conforto satisfeito e na medida, então vamos em frente.
Deixei de comer várias coisas que me deu vontade. Pão doce. Wrap de Nutella. o_O Sabe? Tá na sua frente, se oferecendo. E meu coração gritando: "Tá fod4, eu quero, me dá, me alimenta, tô com fome..." O quê? Coração com fome de comida? Nem pensar. Já fui logo colocando o dito cujo no seu devido lugar: "Querido, eu te amo, mas comida não é o seu departamento. Tava acumulando funções? Não percebeu como isso fez mal pra nós dois? Daqui em diante, comida é só com o estômago". E meu coração glutão foi logo replicando: "Como assim? E eu vou viver de quê"? E eu disse: "De brisa".
Ai, haja paciência! rs
Preciso de ar, não agüento mais, OMG e etc.
Como isso repercute no meu emagrecimento? Felizmente, não muito. Já tô aprendendo a não comer as minhas desventuras, graças a Deus. Noutros tempos teria caído de boca no sorvetão, no pão doce, no chocolate... E um por lágrima ou chateação, literalmente. Uma mordida por cada "go fvck yourself" que não posso dizer. Mas hoje isso já não acontece mais desse jeito! Não, não... É menos, bem menos. :)
Contabilidade da semana foi dois bauruzinhos light. Nome bom, né? rs Mas não me engano. O light é porque é feito com peito de peru (em vez de presunto) e tem um toquezinho de catupiry. É uma delícia? É. Naquele momento? Foi. E PRONTO. Drama-free. Guilty-free. Prazer da comida conforto satisfeito e na medida, então vamos em frente.
Deixei de comer várias coisas que me deu vontade. Pão doce. Wrap de Nutella. o_O Sabe? Tá na sua frente, se oferecendo. E meu coração gritando: "Tá fod4, eu quero, me dá, me alimenta, tô com fome..." O quê? Coração com fome de comida? Nem pensar. Já fui logo colocando o dito cujo no seu devido lugar: "Querido, eu te amo, mas comida não é o seu departamento. Tava acumulando funções? Não percebeu como isso fez mal pra nós dois? Daqui em diante, comida é só com o estômago". E meu coração glutão foi logo replicando: "Como assim? E eu vou viver de quê"? E eu disse: "De brisa".
Ai, haja paciência! rs
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
The good, the bad and the ugly
The good: arroz integral, lentilha, bife grelhado, verdura cozida (não me pergunte qual), salada de tomate e cebola, nozes, melão, iogurte natural com mel, salada de fruta, chá branco.
The bad: pão francês com requeijão light, prestígio, quadrado de calabreza.
The ugly: mais meio pão francês com requeijão light, outro sanduíche de requeijão light só que dessa vez com pão light (porque o francês tinha acabado), mais um mini prestígio.
-- Por que você comeu de novo duas coisas que já tinha comido?
Porque eu tava ansiosa.
-- Por que você comeu pão francês?
Não foi nem vontade. Não tava saboroso. Comi porque tava na frente e eu tava ansiosa.
-- Porque você comeu três sanduíches de requeijão? Eu posso saber?
Pode. Porque eu tava AN-SI-O-SA.
-- Resolveu?
Não.
-- É um monstro?
É, eu sei... É!
-- Tá, mas... E agora? O que você quer fazer com ele?
Preciso dominar isso. Seriamente preciso. Me ajuda?
-- Ajudo.
The bad: pão francês com requeijão light, prestígio, quadrado de calabreza.
The ugly: mais meio pão francês com requeijão light, outro sanduíche de requeijão light só que dessa vez com pão light (porque o francês tinha acabado), mais um mini prestígio.
-- Por que você comeu de novo duas coisas que já tinha comido?
Porque eu tava ansiosa.
-- Por que você comeu pão francês?
Não foi nem vontade. Não tava saboroso. Comi porque tava na frente e eu tava ansiosa.
-- Porque você comeu três sanduíches de requeijão? Eu posso saber?
Pode. Porque eu tava AN-SI-O-SA.
-- Resolveu?
Não.
-- É um monstro?
É, eu sei... É!
-- Tá, mas... E agora? O que você quer fazer com ele?
Preciso dominar isso. Seriamente preciso. Me ajuda?
-- Ajudo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Me liberta!
Ontem no final da tarde tive uma crise de ansiedade e acabei comendo uma coisa horrível que eu nem gosto de um lugar horrível que eu nem gosto -- mas era perto do hospital... Uma palavra resume tudo: desespero. O desespero de eu querer me libertar de mim mesma e não conseguir.
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