Depois de passar exatamente um mês sem chocolate, de 28 de fevereiro a 28 de março, tive uma semana negra -- e nada doce, apesar de todo o chocolate que eu devorei.
Como diz a música, de escolha própria escolhi dar um pause na reeducação alimentar. Praticamente sem saladas ou frutas, praticamente só carboidratos com uma proteína do lado, e comendo muito, poucas vezes ao dia -- que é o que a maioria das pessoas faz, anyway, duas refeições ao dia, se tanto.
O bom foi descobrir que é muito chato. Faz falta a variedade da reeducação alimentar, faz falta comer pouco, mas o dia todo, faz falta me sentir bem.
Não me pesei, mas vou fazê-lo hoje.
Outra coisa que eu descobri: comer pra aplacar a fome emocional ou o stress? Também tá deixando de funcionar.
Situações, circunstâncias e problemas não vão mudar porque você come desesperadamente. Não é esse ato de comer que vai fazer qualquer diferença nas situações, circunstâncias e problemas. Outras coisas que você faça podem fazer diferença, mas, definitivamente, não é comer.
Comer pra aplacar a fome emocional ou o stress é uma fuga, uma perda de tempo (precioso), um engodo, um anestésico raso, fajuto.
E aquela sensação de alívio e calma, como se você tapasse um buraco com a comida, mesmo que só naquela hora, não senti tão fortemente dessa vez. Não rolou o efeito esperado, como esperado.
Vai ver, who knows, começam a operar em mim os efeitos de um rehab emocional que eu nem escolhi, mas ele me achou mesmo assim. Vai ver, who knows, eu subi de nível e nem percebi.
Será? O que eu faço nessa hora? Dou pra mim uma certeza que eu não posso garantir ou o benefício da dúvida que incomoda?
Adoraria ter certeza e dizer que já não era sem tempo. Mas eu não sei que tipo de emoções vão acordar com fome amanhã e nem como eu vou alimentá-las.
#seguevida
Buh-bye.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Under the weather -- no more!
Oi. Eu começo a escrever esse post às 22h04 e vou tentar ser breve. Eu vim aqui dar uma satisfação. Ah, vim. Isso apesar de que um amigo (recente) volta e meia me diz: "Ah, pára de se explicar"! Mas eu tinha que dar uma satisfação pela ausência prolongada. Satisfação implica consideração pelos outros e é isso o que eu tô fazendo. Pelo menos nove pessoas seguem esse blog. E pode ser que haja outras dezoito ou quatro que não seguem, mas passam por aqui. Isso pra mim é o suficiente.
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
Eu acabei de chegar da rua. Chuvão, chuvona.
Mas foi só hoje que eu consegui sair de casa.
Com essa chuva.
De guarda-chuva.
Pra ir ao supermercado.
Quarto ou cinco quarteirões, algo assim.
Depois voltar carregando eu, sacolas e guarda-chuva.
Tudo isso na chuva, com chuva.
Como se explica isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Sexta-feira, sábado, domingo, segunda-feira, hoje...
Eu fiquei todos esses dias dentro de casa, absolutamente improdutiva, inerte, imobilizada por mim mesma, por meus próprios pensamentos e dores.
UNDER THE WEATHER.
E isso é tudo o que eu vou dizer sobre o assunto porque eu não quero deixar o tempo ruim contaminar esse espaço. Esse blog é meu projeto superação. Não vai virar espaço de lamúrias. No máximo, a gente pega uma garoa. Mas chuvão, chuvona, nunca. Por outro lado, eu também não posso abandoná-lo/meu projeto/vocês cada vez que me sentir assim, porque isso são marés, tempestades, elas mudam, elas vêm e vão. Então, fica aqui pra mim mais um aprendizado. Pensei nesse blog todos os dias e em vocês. Senti falta. Mas eu não tinha o que dizer que fosse produtivo ou coerente. Então, o que eu tiro disso, o que posso fazer? Bem, da próxima vez que isso acontecer, vou me segurar por aqui assim que notar os primeiros sinais de tempestade se aproximando, vou me preparar, não vou me deixar levar. Não estou sozinha e tem farol nesse mar...
A boa notícia é que -- e aqui, sim, vai uma senhora superação -- eu não sucumbi ao apetite emocional em todos esses dias. Eu continuei comendo direito! Eu não tentei aplacar a dor com comida. Gente, isso, pra mim, é realmente muito importante e significativo. Vocês sabem do que eu tô falando. Tô falando de banquete no vale das lágrimas, aquela coisa horrível de comer chorando, porque o mecanismo de alívio que você conhece é simplesmente abrir a boca, comer, comer e comer. É o conforto que a gente procura, o fim da dor -- como se fosse possível! Mas, é... Por algumas horas e nada mais. Algumas pessoas fazem isso com bebida, outras com drogas ilícitas, gente como eu faz com a comida. E eu tô usando o verbo no presente de propósito. É questão de ser honesta comigo mesma. Não vou mentir só porque tem gente lendo. Não fiz isso dessa vez, é verdade e tô de parabéns, mas ainda não me sinto forte o suficiente pra afirmar no pretérito.
E como nada é perfeito... Ah, maldito croissant! Mas isso foi dias atrás na facul. E com esse calor! Esse deve ser o terceiro que eu como -- na vida. rs E, olha, vocês querem saber? Eu já tô enjoando dele! Por favor, anotem, divulguem, escrevam nos seus blogs tipo plantão Jornal da Blogosfera Light: "Bella diz estar enjoando do croissant do Abrahão". Olha que momento! Totalmente tablóide. rs
Só faltou foto de paparazzi flagrando eu e o croissant, distantes, em momento de crise, ele querendo discutir a relação e jogando pesado, com todo aquele chocolate se derretendo só pra mim, mas eu nem, firme! Vai lá na boîte noire quem não viu esse "moço" e é absolutamente fiel ao seu alface! rs
Ah, e quando eu desci pra ir no super, quando ponho o nariz pra fora depois de cinco dias, quem tava na porta? O moço do delivery do The Fifties! rs Ai, não, só rindo! :D
Então é isso, meus amores. Tô em pé. Só não fiquei em pé na dita cuja hoje mesmo (poderia ter feito isso antes de ir no super) porque, confesso, tô com um pouco de receio. Um pequeno receio, porque foi muito bom sair do dígito 9 e foi até rápido. Os primeiros quilos pra mim são sempre assim. Mas é muito natural porque se reduz demais as calorias, né? E quanto mais gorda, mais você perde proporcionalmente ao seu peso inicial -- os famosos primeiros 10% ou um pouco menos. Quando você começa uma reeducação com o objetivo de ganhar leveza, além de mais saúde, naturalmente você sai de um consumo exagerado pra bem menos. Então dá aquela enxugada maravilha mesmo.
Mas, óbvio, não vou fugir da balança. Eu sei que agora começa pra valer o teste da paciência. Paciência pra colher os resultados.
TROCAS INTELIGENTES que fiz na compra de hoje:
- chocolate com 60% de cacau ou mais
- bala de iogurte em vez de bala toffee (com gordura trans)
- cookies integrais diet e light
As balas toffee é algum maníaco que dá pra minha mãe sempre e ela enche a bonbonnière da sala. TV, sala, bala toffee. Já viu, né? Eu acabava comendo uma ou duas de vez em nunca e era gostosinho adoçar a boca. Mas com gordura trans? Não, obrigada. O que eu fiz hoje? Enterrei tudo com bala de iogurte. Vou me entupir de bala de iogurte agora? Óbvio que não. Mas a bonbonnière é minha, perceberam? É a minha bandeira cor-de-rosa lá agora. Isso é poder, minha gente. Pura estratégia militar. rs E o visual? Uma coisa é ver um pacote de sonho de valsa e pensar: "Não posso, tenho que resistir". Outra bem diferente é ver um chocolate extremamente saudável e pensar: "Eu posso". Na medida, sem exageros e sabendo que não fará mal. É esse o lance. Não sou fã das proibições. Mas gerenciar é perfeitamente possível.
Os cookies não são exatamente substituição porque há anos não como bolacha doce -- sei lá, coisa de criança, larguei mão faz tempo. Mas só barrinha tava ficando tedioso. Queria outra coisa crunch crunch. Cookies! Li os rótulos atentamente. Hoje comi quatro que somam apenas 107 cal -- quase o mesmo de uma barrinha! Viu? Uma variação boa. Quando tiver mais tempo, vou postar os produtos aqui pra fazer merchan de grátis pra esse povo. rs
Por fim, preciso registrar que hoje, afinal de contas, foi um dia especial por dois motivos.
1) Alguém me escreveu algo que eu nunca tinha lido, nem ouvido. Algo sobre amizade e amor. Me fez bem. :)
2) Um amigo muito especial defendeu hoje sua tese de doutorado. E eu esperei muito por esse dia. Primeiro, porque é uma conquista dele e isso me faz feliz. Segundo, porque eu tenho um monte de presentes que não podia mandar antes pra não distrair e eu quero que ele se distraia muito com eles -- agora, sim! Terceiro, porque... Eu o quero bem, como diz na música do Tim. :)
Ainda não acabou a época de provas e eu tô daquele jeito, mas amanhã eu subo na dita!
Ilustrações: nabhan
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Fome de quê?
O que eu não comi hoje ontem e guardei na boîte noire: pizza de frango com Catupiry e (agora que eu sei como é bom) outro croissant de chocolate do Benjamin Abrahão. Mas esse (confesso) foi por pouco. Eu fui comprar, mas tinha acabado. Providência divina mandou mais gulosos na minha frente? o_O Não, foi pior do que isso! Não contente, ainda fui em outro lugar, atrás de um outro croissant, muito menos gostoso. Chegando lá? Esse também tinha acabado! E aí, com mil outras opções de chocolate e até brigadeiros enormes, eu não quis, fui embora!
Como se explica isso? Era fome de quê? É óbvio que eu tava frustrada. Mas o que me espanta é: como um apetite emocional pode ser assim tão específico?... Aí, no caminho de casa, começo a pensar em pizza. Teria que chegar em casa, pedir, esperar. Dá mais trabalho e tem um intervalo de tempo entre QUERER e SATISFAZER muito maior do que o tempo de um balcão. Eu garanto pra vocês que entre ligar e a pizza chegar, já teria dado tempo de eu me arrepender. Não posso dizer o mesmo do croissant... Eu preciso (quero) entender o que acontece, que mecanismos são esses, que hábito é esse e como domá-lo. A frustração não passou ainda, mas nada que meu travesseiro não resolva dentro de uma hora ou duas.
Eu vou agora comer muito bem! Tô pensando numa pizzinha de atum improvisada, aquela do pão de fôrma que a gente põe no forno. Molho de tomate, bastante atum (que é proteína do bem), uma fatiazinha de tomate, cebola. Depois de quente, azeite, pimenta e orégano. O cheirinho é exatamente igual ao da pizza de atum da pizzaria.
VOU SABOREAR A MINHA JANTA. VOU ME SACIAR E FICAREI SATISFEITA E NUTRIDA.
JÁ A FOME EMOCIONAL A GENTE MATA E, NO ENTANTO, ELA NUNCA MORRE.
Boa noite pra vocês.
Amanhã: depilação, supermercado, livraria, facul, cozinha, catching up with my blogger friends, farmácia, estudos, manicure... Espero que dê tempo de fazer tudo.
Como se explica isso? Era fome de quê? É óbvio que eu tava frustrada. Mas o que me espanta é: como um apetite emocional pode ser assim tão específico?... Aí, no caminho de casa, começo a pensar em pizza. Teria que chegar em casa, pedir, esperar. Dá mais trabalho e tem um intervalo de tempo entre QUERER e SATISFAZER muito maior do que o tempo de um balcão. Eu garanto pra vocês que entre ligar e a pizza chegar, já teria dado tempo de eu me arrepender. Não posso dizer o mesmo do croissant... Eu preciso (quero) entender o que acontece, que mecanismos são esses, que hábito é esse e como domá-lo. A frustração não passou ainda, mas nada que meu travesseiro não resolva dentro de uma hora ou duas.
Eu vou agora comer muito bem! Tô pensando numa pizzinha de atum improvisada, aquela do pão de fôrma que a gente põe no forno. Molho de tomate, bastante atum (que é proteína do bem), uma fatiazinha de tomate, cebola. Depois de quente, azeite, pimenta e orégano. O cheirinho é exatamente igual ao da pizza de atum da pizzaria.
VOU SABOREAR A MINHA JANTA. VOU ME SACIAR E FICAREI SATISFEITA E NUTRIDA.
JÁ A FOME EMOCIONAL A GENTE MATA E, NO ENTANTO, ELA NUNCA MORRE.
Boa noite pra vocês.
Amanhã: depilação, supermercado, livraria, facul, cozinha, catching up with my blogger friends, farmácia, estudos, manicure... Espero que dê tempo de fazer tudo.
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