Bom, todo mundo sabe que eu sou louca por pistache. O paraíso, a casa de João e Maria, the road to hell, é tudo verde, tudinho feito de pistache. rs Agora imaginem, então, um picolé de pistache! Imaginem uma cremosidade no palito como só italiano sabe fazer. Imbatível! Pois é assim o Gelato Diletto. :) Não tem pra mais ninguém. Adeus, supremacia Häagen-Dazs! Agora meu coração picoleteiro é metade italiano, pra esses sabores finos, e metade brazuca, pras típicas delícias locais que o querido Rochinhafaz muito bem.
Felicidade pura no palito
Gianduia: 170cal
Pistache: 105cal
Sorbet de chocolate de origem: 87cal
Chorar por um cara uma vez é inesperado -- você descobre que ele pode te fazer chorar. Chorar pela segunda é confirmação de uma emoção (ainda) latente -- ele mexe com ela e você descobre que ela (ainda) existe. Agora, chorar pela terceira simplesmente não existe.
NÃO-EXISTE-PRA-MIM
Hoje eu chorei pela segunda vez, ou seja, freedom, freedom, freedom! :D
Tô com tudo pra começar um ano melhor que 2010. E a calcinha, qual vai ser? Vai ter calcinha nova? Calcinha da sorte? Calcinha não sei o quê? AH, VAI. AH, SE VAI! E o que importa a calcinha? Não importa -- ou importa, sei lá! Na dúvida, CALCINHA NOVA nela! Vou logo semana que vem comprar antes que acabe. Lembra que ano passado fui na véspera? Ah, not again. :)
Adoro um mimo divertido! Se não tiver GG na Jogê, ou pelo menos um pequeno G pra mim, ah, vou ficar tão brava... rs
E a padoca? A padoca vai bem, obrigada. Já virou de vez em nunca e, daqui a pouco, já esqueço que ela existe e perco a vontade de comer aqueles deliciosos doces e tortas.
Já chegou aquela cesta natalina do Saddi Center, mas esse ano não veio tão divina como de costume. Não tinha um chocolate sequer dentro. o_O Lata de biscoitos? Não veio. E os meus docinhos de pistache? Só uma caixa e com a variedade que eu menos gosto. >_> A lata de pistache? Não veio também! Em suma? FAIL. O lado bom: engordarei menos nesse final de ano -- se é que engordarei algo.
Facul: I-don't-know. Mas agora é que eu tô com gás pra dar um rumo naquilo. Acabar logo com essa chatice (sim, porque virou uma tremenda chatice, boring, boring, boring as hell) e desempacar logo essa mula intelectual, tirar da minha frente!
Eu agora estou com mania de padaria. Um verdadeiro terror, todas aquelas gostosuras. Mas é mania, vai passar -- como a mania da Ofner, exatamente quando comecei esse blog. Ai, ai... Parece até sazonal, isso... >_> Pero, in good news, minha alimentação já está voltando ao normal, rotineiramente e bem. Eu diria que já estou 70% no verde alface... Falta pouco pra eu engrenar nos 100% novamente.
Outro dia fui comer no Galeto's. Fazia mais de 10 anos que eu não pisava lá. rs Pedi o ravióli verde de mussarela de búfala com molho pesto. Oh, Christ Jesus, c'est si bon! Mas também não comi mais nada. Na verdade, a massa é muito, muito fina -- melhor que a de muitos restaurantes italianos famosíssimos em São Paulo -- e o recheio é farto. No fim, um prato leve que não pesou nada no estômago, mas é um prato generoso. Eu, com meu estômago flex (de flexível), fiquei satisfeitíssima. Nem bebida tomei além de uns golinhos d'água.
Mas... E todo aquele queijo? O parmesão do molho, a mussarela do ravióli, mais o azeite do molho também? Ah... Não queiram saber. Meia hora depois e eu senti, sim. FOI MUITA GORDURA DE UMA VEZ SÓ SEM UM NADA DE FIBRA PRA DAR UMA EQUILIBRADA. Meu estômago, definitivamente não acostumado, reclamou depois e a digestão levou praticamente o dia todo. >_< Totalmente FAIL. E uma comida deliciosa daquela? Sem comentários... O ideal seria pedir uma salada de entrada e depois dividir aquele prato com alguém. Sim, pedir pra servir uma porção em dois pratos. Da próxima vez -- se é que haverá tão cedo --, vou fazer assim.
É por essas e outras que prefiro o Viena. Detesto a la carte. Já desabituei total.
Hoje deu pra comer um pouco mais, mas ainda assim fiquei sem almoço! A fila no Viena tava muito grande e eu não podia atrasar... Dentista. :) Então, teve que ser um Club Light rapidinho na Casa do Pão de Queijo.
Club Light com suco de uva -- só 220cal o sanduba :)
2 castanhas-do-Pará
3 damascos secos
um quadradinho de chocolate 85% cacau
uma banana-maçã
duas fatias de pão integral light com creme de ricota (Balkis)
arroz integral com atum e salada (janta)
Pas mal! Ainda preciso distribuir melhor os horários... E, sim, as proteínas. Achei que faltou... Mas... Um dia de cada vez. :)
Contei que tenho vizinhos de porta franceses? Deve ter umas cinco crianças, o casal. Todas pequenas e acho que todas meninas. Barulhentas! Tem uma que grita e chuta a porta da frente. Um mimo! >_> Tem babá, é claro. Porque se tivesse pai e/ou mãe dentro de casa, não se comportava desse jeito. E aposto que não faz esse número todo na frente dos pais. Gente, coitadinha dessa babá. Cadê a super nanny chique e parisiense pra ensinar bons modos pra essas coisinhas fofas, lindas e européias, hein? Ai, céus... rs Nunca encontrei no elevador as fofíssimas. Porque se eu encontrar, ah... Vou gastar meu francês mínimo. Gasta-lo-ia todinho. rs (Sim, foi de propósito gas-ta-lo-ia... rs)
Mencionei que saí de dia? :D Meu dentista olhou pra mim e falou: "Acho que eu conheço de algum lugar"... rs (Sim, só me conhece há 26 anos... rs) Fizemos limpezinha básica (fazia meses que não ia, eu, usuária de aparelho fixo na arcada inferior >_>) e hoje (daqui a pouco) vou começar clareamento com gel. Lindo! I'm excited... :)
O que eu comi hoje? Pouco, muito pouco, mas suficientemente correto pra um recomeço.
duas torradas de pão light integral com requeijão light
damascos secos
mini cookies light integrais
Ainda vou jantar (leve e nutritivo, bien sûr) e tem dois pés-de-moleque que vou dar cabo, sim, de sobremesa -- e "acabou-se o que era doce", bye bye!
Descobri que vou ficar mais bonita pro amanhã. Sim, o amanhã. Não é mais pra mim mesma (claramente, isso também não funciona) e nem pra outro alguém qualquer (coisa velha e bem antiquada isso).
O amanhã -- o próximo minuto, segundo, nano segundo, como queira -- é o que há. É aí mesmo que reside toda a surpresa da vida. Sim, é aonde moram todas as possibilidades mais inimagináveis e inesperadas surpresas. Nunca se sabe o que vai vir. E por mais que as coisas estejam morosas, pastosas, ruins, mornas, estagnadas feito manteiga fazendo ranço sob o sol, elas não estão assim, elas só PARECEM assim. Porque no PRÓXIMO SEGUNDO, pode acontecer uma revolução. E é pela revolução do segundo que vale a pena ficar mais bonita. Porque ela chegou, vai chegar e não pára nunca esse movimento. No dia que acabar a surpresa da vida, a vida é que acabou.
Pela surpresa do que o próximo segundo me reserva, eu vou pra frente. Não é mais por mim mesma, não é por ninguém mais. É pelo devir. Porque assim que ele chegar, eu quero abraçar -- em vez de me esconder.
A janta
Sim, eu comi todas as sardinhas de dentro da latinha -- são apimentadas, viu? E sem o menor pudor! rs Pra quem não almoçou, eu tava com fome de um prato de comida. É o de praxe, aquilo que eu gosto de comer e que não requer prática, nem habilidade: faz-se o arroz integral, faz-se a salada, abre-se a latinha, tá pronto. (Claude Troisgros, morra de inveja. rs) Ah, por favor, dispensem o óleo de soja da sardinha. Esse brilho de estrela que reluz sobre elas é azeite de oliva, extra virgem prensado a frio. (Meu Deus, como é fresca...) No dia que azeitona virar trufa, tô frita. rs
Don't get me wrong
If I come and go like fashion
I might be great tomorrow
But hopeless yesterday
Don't get me wrong
If I fall in the mode of fashion
It might be unbelievable
But let's not say "so long"
It might just be fantastic
Don't get me wrong
- The Pretenders, "Don't get me wrong" (1986)
Screwdriver. De world affairs eu entendo um pouco, mas não de cultura etílica. Porém, diz a Wikipedia que a primeira referência a esse drink de nome curioso apareceu numa matéria da Time em 1949: "In the dimly lighted bar of the sleek Park Hotel, Turkish intelligence agents mingle with American engineers and Balkan refugees, drinking the latest Yankee concoction of vodka and orange juice, called a 'screwdriver.'" E por que caracos uma bebida se chamaria "chave de fenda"? "Created in the early 1950s by American engineers working in the Middle East oil fields, who surreptitiously added vodka to small cans of orange juice. Where did the name come from? They stirred the mixtures with their screwdrivers." Ewww. rs
Como não bebo vodca, meu screwdriver é praticamente um refri com um toque etílico, muito light, já tô chamando de Fanta Laranja de Gente Grande. rs Em vez de vodca, uso Smirnoff Ice e um suco de laranja light -- sem conservantes e sem açúcar, por favor. Meio a meio, por motivos óbvios -- duas partes de suco ficaria sem graça. Mas dá pra tomar muito. E é um refresco que só! Mata a sede que é uma loucura, relaxa na medida certa e ainda por cima a poderosa glicose da laranja dá um up de açúcar pra contrabalançar os efeitos do álcool, que já é mínimo na Smirnoff Ice. Delícia! :)
Don't drink and drive, don't drive and text, don't fvck and run.
Have a nice weekend.
Ironia pouca é bobagem. Como eu não percebi que criei um montão de expectativas sobre mim mesma ontem, em vez de zero? Hello? >_< Bonito... Aprende, agora!
#epicfail
Não foi nada, nada bonito ontem, mas não vou entrar em detalhes. Aliás, melhor eu não entrar mais em detalhe algum do gênero "I'm a mess" daqui pra frente, porque não é muito produtivo. Só deixa as pessoas preocupadas desnecessariamente sobre essa perfeita estranha que sou eu -- só mais um blog no infinito oceano dos blogs. Pra quê? Não tem cabimento e não é justo. É também pouco relevante dado o propósito principal desse blog. Dentro dele, já falei tudo o que era importante (e além) no épico post "Minha história". Não interessa eu continuar fazendo aqui pós-escritos dramatiques-tragiques mimimi àquele post.
Ademais, eu tive um momento de iluminação óbvia ontem. Sim, explico: iluminação óbvia é aquela constatação a que você chega pela enésima vez, só que ela te atinge com uma força de indubitável clareza que não deixa mais qualquer sombra de dúvida. Não existe mais "pode ser", "é possível" ou "talvez". A dúvida acabou quanto a essa constatação. E isso vai ter que ser a primeira coisa que eu vou dizer pra um terapeuta quando eu chegar lá. Porque agora também não tem mais como negar o fato de que eu preciso de um. AGORA, EU SEI QUAL É O MEU PROBLEMA E SEI QUE, SOZINHA, NÃO CONSEGUI SAIR DELE -- VIDE ÚLTIMOS 15 ANOS, É PROVA SUFICIENTE.
Sim, agora, sim, uma boa terapia faz sentido e é bem-vinda. Porque pagar terapeuta esperando que ele te diga qual é o seu problema nuclear ou que ele te ajude a descobri-lo pra só depois vocês estudarem as melhores formas de sair dele pode acabar terrivelmente mal e com piora avassaladora. Disso, também não tenho mais a menor dúvida -- de novo, vide últimos 15 anos, terapia on and off, só decepção, avanços infinitesimais, chuva no molhado, chavões, frases feitas, etc etc, prova suficiente. Isso sem contar os gerundismos, a falta de refino e o quanto eu senti minha inteligência subestimada. Não é porque eu tô sofrendo e tô no chão que eu fiquei acéfala ou deixei de ser eu mesma com uma personalidade, defeitos e qualidades. Não me trata como uma imbecil, entende? >_>
E o que eu tô chamando de problema nuclear é simplesmente aquele do qual todos os outros nascem, como galhos de uma árvore. É aquele ponto na linha do tempo da sua vida que você circula em vermelho sem a menor sombra de dúvida. É aquele que você não hesitaria em circular se te pedissem pra marcar só um, o pior momento dentre tantos que você achava que fossem igualmente devastadores ou tanto quanto ou muito perto. Ledo engano! Depois do momento de iluminação óbvia de ontem, meu problema nuclear me saltou aos olhos como uma aparição. Em 15 anos, ele, como uma árvore, ganhou proporções gigantescas. Ramificou-se em vários outros problemas, como uma árvore com muitos e muitos galhos e folhas. Ficou, portanto, quase oculto por todos os galhos ou, muito sabiamente, quieto debaixo da própria sombra. Essa árvore, ramificando ao longo dos anos, só me distraindo com seus galhos, os problemas menos importantes e adjacentes, foi se alimentando de mim, da substância da minha vida, no silêncio e na própria sombra. É uma imagem incrivelmente poderosa.
#epicwin
Acho que eu cheguei numa espécie de ground zero. Eu sei aonde eu me encontro agora. Sou eu, beeeeeem pequena, mas com uma visão muito clara: estou frente a frente com meu problema nuclear.
What happens now? I have no idea. Eu é que não vou fazer nenhum movimento brusco. Mas nada pode tirar a clarividência desse momento. E precisava ser escrito. Isso me deu uma sensação diferente, eu nem sei como nomear. Um rio de desespero ficou na noite de ontem. E hoje eu acordei... Não sei... Talvez, até, um pouco mais forte. Talvez seja a calma de saber, pela primeira vez em 15 anos, aonde eu estou. Eu estou bem na frente do monstro e, incrível, ele não me assusta. Talvez a ausência de desespero venha justamente dessa imagem, da possibilidade inédita pra mim de conseguir enxergar, pela primeira vez, que eu e a árvore somos duas coisas diferentes, somos dois distintos. Eu e esse mal tão grande que me comia de dentro pra fora NÃO SOMOS UMA MESMA SUBSTÂNCIA. E agora eu posso lutar contra isso que quase me comeu viva. Como, com que armas e quanto tempo vai levar essa batalha, eu não posso saber ou dizer.
Eu vou ficar em pé, por enquanto, desfrutando do alívio que é a ausência de desespero. Eu preciso disso. Meu peito não sabe o que é um alívio faz tempo.
Elvis Presley - Amazing grace
Quase me esqueci de acrescentar isso: acho que foi uma coincidência eu ter assistido a esse filme ontem, também, antes de apagar. Justo esse. Não poderia ter sido qualquer outro? Sim, mas foi esse: The Butterfly Effect.
Nunca me interessei por assistir a esse filme particularmente, mas tava olhando a programação dos canais Telecine e foi o único que me chamou a atenção. Se fosse chato ou se eu não gostasse nos primeiros minutos, teria mudado de canal pra ver a Gimenez ou o tio Ronnie. Mas achei interessante e fiquei até o final.
Efeito Borboleta (trailer)
"Algumas pessoas querem esquecer o passado, outras querem mudá-lo". Imagina poder mudar o passado apenas lendo o seu diário? rs Não é uma idéia muito louca -- nem muito original. Eu mesma já li meus primeiros diários em busca de pistas sobre mim mesma. A memória da gente arquiva muita coisa com o passar do tempo ou simplesmente esquece, deleta algumas memórias pra dar lugar pra outras novas. A leitura de um diário pode trazer coisas importantes de volta à superfície... Eu lia em busca de respostas pra perguntas do tipo: "Onde eu errei? Em que momento eu fiz minha primeira escolha errada? Onde eu poderia ter feito diferente que foi determinante no meu futuro"? Eu não achei essas respostas.
Fiquei admirada de ver como eu era ciumenta, possessiva, briguenta e muito, mas muito passional quando criança. Eu ri horrores no início da leitura, das coisas que eu registrei. Depois me admirei com palavras bem fortes que eu já conhecia -- e não lembrava, o que me chocou um pouco. Não exatamente potty mouth, isso também, mas um jeito de falar que não bate muito com idade de vestidinho frufru, sabe? Achei criança no conteúdo, mas muito adulta na expressão. Depois fui ficando horrorizada com a repetição do que se passava, ao descobrir que aquilo era meu modus operandi, o comportamento. "Que horror, essa menina não tem mãe"? Imagina, disse isso sobre mim mesma. ¬_¬ Fecha parênteses e de volta ao filme...
O que eu achei interessante é que pra cada momento no passado que o personagem do Kutcher voltava, fazia tal e tal coisa diferente e a vida dele terminava de um jeito. Mas o mais curioso é que, mesmo com a possibilidade e o poder de mudar o passado, ainda assim, sempre tinha algo desagradável no futuro esperando por ele como conseqüência das escolhas que ele fez. Então, imagina: você volta, faz diferente e mesmo assim fica uma merd4? De que valeria poder voltar? ¬_¬
Bom, o fim do filme explica. Ironia pouca é bobagem -- again. Pro cara se dar bem e pra todos ao seu redor não sofrerem as conseqüências nefastas das escolhas que ele faz (daí o efeito borboleta do título), ele é obrigado a mudar o passado fazendo a ÚNICA ESCOLHA que JAMAIS FARIA se tivesse escolha. o.O Eu sei, como assim, right? Mas é assim mesmo, tem que ver o filme. :) "Tudo vai terminar no início"... Recomendo. Várias cenas de violência, thriller psicológico, mas vale a pena.
Butterfly Effect, The
USA 2004 109:56
Conturbado com traumas de sua infância, Evan (Ashton Kutcher) descobre um jeito de voltar ao passado para tentar consertar sua vida atual. Em cada retorno, ele descobre um presente cada vez mais assustador.
Lu & Ju: vocês duas, párem com isso já e vão almoçar already, at once, sim and please. Nous sommes entendus, d'accord?
Tem aula hoje. Então, se eu não quiser faltar (e eu não quero), eu vou ter que, obrigatoriamente:
depilar -- o rosto, não é mais só buço e sobrancelha, como toda mulher (normal, que não tem SOP/PCOS) o.O >_< >_< >_< >_< o.O
fazer as unhas -- ou as pessoas notarão que estou com o mesmo esmalte de 15 dias atrás and it shows and it blows >_<
ônibus, metrô, ônibus, 90 minutos dessa lenga-lenga
sentar na sala de aula por 3h sem intervalo, ok
ônibus, metrô, ônibus, mais 90 minutos
chegar em casa depois da meia-noite
É uma lista curta e fácil. Qualquer um faz isso com o pé nas costas. Vamos ver. E olha como algo tão simples como assistir a uma única aula consome SEIS HORAS. Ai, Senhor, como eu detesto essa cidade. Seria tão bom arrumar um emprego bem longe daqui quando estiver em condições, não? Ah, como eu gostaria de poder sair daqui!
Expectativas até o momento: zero. (Vide post de ontem pra entender.) E tudo bem. Por causa disso, estou bem menos ansiosa hoje. Tá um sol escaldante lá fora, o que já é quase detestável pra mim, mas não está me incomodando muito. O que tá bom mesmo é não ter tido coração disparado ou suores nervosíssimos e toda aquela porcaria sem ar que antecede a simples idéia de botar meu nariz pra fora. Eu já sei que eu vou ter que sair porque já combinei assim comigo, porque quero. E, mesmo assim, não aconteceu nada do descrito acima -- yeah.
Nome:Bella Na flor da idade: 38 Onde: São Paulo, SP Estrelas: libra, ascendente touro, tigre no chinês Minha História (Pra ler a versão light, clica no vestido de alcinha!)
Plusbellettes & Navegantes
Galáxia Plusbellette
Minha lista de blogs, o que eu curto ler e visitar. Tem clássicos, gente nova e um toque de cozinha nessa constelação.
Resolvi que já era hora de me juntar às histórias de sucesso. Realmente, pra mim, só faltava blogar. E por que agora? Depois de ter conseguido um sucesso de 20kg, descobri que (por poucas gramas) quase voltei a pesar meu peso mais pesado, 96kg -- sendo 10kg só no último ano! O susto foi tão grande e o espanto foi tal que eu disse pra mim: "Chega. Não posso deixar"! Esta é a razão de existir deste blog. Plus Belle existe pra contar a história do meu sucesso. E, porque não, caminhar lado a lado com a sua história e o seu sucesso. Tantos já conseguiram! Juntos, nós também podemos e vamos, porque aqui tudo se constrói com pouco açúcar, mas muito afeto. ;) Sejam bem-vindos!
Leveza, pra voar mais alto!
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